
As doenças de inverno são aquelas que afetam principalmente o sistema respiratório e que se tornam mais frequentes ou graves durante os meses mais frios do ano. Elas são causadas por vírus, bactérias ou alergias que se aproveitam das condições climáticas e dos hábitos das pessoas para se propagarem. Algumas das doenças de inverno mais comuns são: resfriados e gripes, são infecções virais que causam febre, coriza, dor de garganta e mal-estar.
Podem ser prevenidas com vacinação, higiene das mãos e evitar contato com pessoas doentes. Rinite alérgica: inflamação da mucosa nasal causada por reação a substâncias como pólen, poeira, ácaros ou pelos de animais. Provoca espirros, coriza e coceira no nariz. Pode ser tratada com anti-histamínicos, corticoides nasais e evitar o contato com os alérgenos. Doenças cardiovasculares: doenças que afetam o coração e os vasos sanguíneos.
Podem ser agravadas pelo frio, que aumenta a pressão arterial e a viscosidade do sangue. Podem provocar dor no peito, falta de ar, palpitações e infarto. Essas doenças podem ser prevenidas com hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, atividade física regular e controle do colesterol, da glicose e da pressão arterial. Pneumonia: infecção dos pulmões causada por vírus, bactérias ou fungos. Provoca febre alta, tosse com catarro, dor no peito e dificuldade para respirar. Pode ser grave e requer tratamento com antibióticos ou antifúngicos.
Sintomas da rinite alérgica
Os sintomas da rinite alérgica são aqueles que ocorrem quando a mucosa nasal fica inflamada devido ao contato com alguma substância que provoca alergia, como pólen, poeira, ácaros ou pelos de animais. Esses sintomas podem piorar em determinadas épocas do ano, quando há maior circulação de pólen no ar, ou em ambientes fechados e com acúmulo de poeira. Para aliviar os sintomas da rinite alérgica, é importante evitar o contato com os alérgenos e fazer lavagens nasais com soro fisiológico ou água morna.
Os tratamentos para a rinite alérgica têm como objetivo aliviar os sintomas, reduzir a inflamação nasal e evitar o contato com causadores da rinite. Os principais tratamentos são: medicamentos anti-histamínicos: são remédios que bloqueiam a ação da histamina, substância que causa os sintomas alérgicos. Medicamentos corticoides: são remédios que têm ação anti-inflamatória e imunossupressora, ou seja, diminuem a inflamação e a resposta imune exagerada. Podem ser usados na forma de sprays ou gotas nasais, ou em casos mais graves, na forma de comprimidos ou injeções. Exemplos: fluticasona, budesonida, mometasona, prednisona, hidrocortisona.
Efeitos colaterais dos anti-histamínicos ou antialérgicos

Os anti-histamínicos são medicamentos que bloqueiam a ação da histamina, uma substância que causa os sintomas alérgicos. Eles são usados para tratar diversas condições, como rinite alérgica, urticária, enjoo de movimento e náuseas. No entanto, eles também podem causar alguns efeitos colaterais, que dependem do tipo e da dose do medicamento.
Os principais efeitos colaterais dos anti-histamínicos, podem ser: Sonolência: é o efeito mais comum e mais intenso dos anti-histamínicos de primeira geração, como a difenidramina, a prometazina e a hidroxizina. Esses medicamentos atravessam a barreira hematoencefálica e atuam no sistema nervoso central, causando sedação e diminuição da atenção. Por isso, devem ser evitados por pessoas que dirigem ou operam máquinas.
Retenção urinária: é mais um efeito anticolinérgico dos anti-histamínicos, que ocorre pelo relaxamento do esfíncter da bexiga e pela dificuldade de contração do músculo detrusor. Aumento do apetite: é um efeito que pode ocorrer com alguns anti-histamínicos, como a ciproheptadina e a hidroxizina. Esses são os principais efeitos colaterais dos anti-histamínicos, mas existem outros menos frequentes ou mais específicos de cada medicamento. Por esse motivo, é importante ler a bula antes de usar qualquer anti-histamínico e consultar um médico em caso de dúvidas ou reações adversas.
Anti-histamínicos mais seguros
Os anti-histamínicos mais seguros são aqueles que causam menos efeitos colaterais, como sonolência, boca seca, visão turva e retenção urinária. Esses efeitos são mais comuns nos anti-histamínicos de primeira geração, como a difenidramina, a prometazina e a hidroxizina. Por isso, esses medicamentos devem ser evitados ou usados com cautela, principalmente por pessoas que dirigem ou têm glaucoma.
Os anti-histamínicos de segunda e terceira geração, como a loratadina, a cetirizina, a fexofenadina, a desloratadina e a levocetirizina, são considerados mais seguros, pois atuam mais nos tecidos periféricos e são eliminados mais rapidamente. Eles causam menos sonolência e outros efeitos anticolinérgicos, além de terem maior duração de ação.
No entanto, não existe um anti-histamínico que seja melhor para todas as pessoas ou para todas as situações. O melhor anti-histamínico para cada caso depende da condição a ser tratada, da gravidade dos sintomas, da idade do paciente, das possíveis interações com outros medicamentos e das preferências pessoais. Por isso, é importante consultar um médico antes de usar qualquer anti-histamínico e seguir as orientações da bula.
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