Alta do dólar preocupa economistas: confira aqui! 

Além dos temores de recessão mundial e crise fiscal no Brasil, a alta do dólar preocupa economistas. Fique por dentro!

Alta do dólar preocupa economistas
Fonte: Google

A moeda norte-americana atingiu a máxima de R$ 5,2705 recentemente, essa alta do dólar preocupa economistas. Pois, esse aumento deverá desestabilizar ainda mais o mercado brasileiro que segue tentando lidar com os temores relacionados a uma recessão global. Sendo esse um aumento significativo desde 14 de fevereiro desse ano, quando o dólar fechou valendo aproximadamente R$ 5,2186.  

Além disso, as incertezas relacionadas ao futuro da Petrobras voltaram a dominar aos holofotes. Após o pedido de demissão de José Paulo Coelho, do cargo de presidente-executivo da estatal. Coelho é o terceiro presidente da companhia a deixar o cargo, segundo a análise de alguns analistas esse comportamento contribui para a aversão a risco no país! 

Ainda nesse contexto a alta do dólar preocupa economistas, por contribuir com volatilidade da formação da Ptax. Que é uma taxa relevante para o mercado, pois, essa taxa criada pelo Banco Central calcula a taxa de câmbio da moeda americana. Que geralmente é a principal referência para algumas transações financeiras. Apesar do recuo de 1,38 pontos percentuais, contribuindo para que o dólar fosse vendido por R$ 5,1922. 

A alta do dólar preocupa economistas, considerando, mais esse aumento de 10,13% apenas em 2022. Mesmo com a desvalorização rápida de aproximadamente 6,14% frente ao real, os economistas seguem preocupados. Principalmente, depois da rápida desvalorização da moeda que chegou a trazer alguma esperança para alguns analistas em relação ao mercado brasileiro! 

Variação da moeda americana 

Segundo o Banco Central, um dos motivos para esse cenário de aumento do dólar está relacionado ao aumento da inflação em 2022. Segundo a instituição, até o final desse ano existe a possibilidade de mais um aumento da inflação. Com isso, a inflação deverá superar o teto de 88% estipulado pelos economistas no início desse ano. Desse modo, segundo os economistas do mercado financeiro a meta de inflação para esse ano que era de 3,50%. Poderá ser cumprida caso o índice oscile para 2% ou até 5 pontos percentuais! 

Ainda nesse contexto, apesar da queda na taxa de desemprego no país que caiu para 9,8 pontos percentuais. A ausência de trabalho ainda atinge cerca de 10,6 milhões de brasileiros, fora do país, as bolsas seguem com receio de uma recessão mundial. Após as autoridades do Federal Rerserve- FED defenderem o aumento mais rápido dos juros nos Estados Unidos. Muitos investidores buscam novas formas de investimentos sem muitos riscos. 

Portanto, segundo os economistas o receio de uma recessão global não vale apenas para a moeda brasileira. Pois quando esse receio surge, os investidores ficam propensos a procurar por investimentos ativos e mais seguros. Inclusive os investidores de alto risco. Apesar desse receio nos EUA, um estudo realizado por especialistas revelou que os gastos dos americanos seguem aumentando mais do que o esperado. 

Movimentação na bolsa  

Alta do dólar preocupa economistas
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Recentemente, a moeda americana fechou o pregão refletindo uma piora dos mercados internacionais. O dólar apresentou valorização de 0,60 pontos percentuais, sendo vendido a R$ 5,2649. Aqui no Brasil, a Ibovespa fechou em queda, desse modo, a moeda americana acumula um aumento de aproximadamente 10,80% frente a desvalorização do real.  

Vale ressaltar que o apetite global dos investidores vem caindo, os principais índices de Wall Street, por exemplo, passaram a operar em vermelho. Mesmo com o aumento de gastos dos consumidores, o índice de confiança caiu para 4,5 pontos. Sendo esse o menor nível desde o mês de fevereiro de 2021, segundo os analistas de mercado.  

A preocupação de uma nova recessão, levou os norte-americanos a antecipar as suas compras antes da economia desacelerar ou até entrar em recessão no segundo semestre desse ano. Apesar desse clima de tensão, o bom humor chegou a prevalecer entre os mercados internacionais depois que a China afrouxou algumas de suas regras de quarentena. Além da notícia de que os líderes do G7 concordaram em estudar a colocação de novos tetos de preços nas importações de gás e petróleo russos.  

Alta do dólar preocupa economistas 

Alta do dólar preocupa economistas e analistas do mercado, porém, segundo o presidente do Banco Central, apesar desse receio o pior momento da inflação no país já passou. Ainda segundo o presidente, o Brasil está muito perto de finalizar o trabalho de elevação de juros para domar o aumento nos preços durante os picos de inflação.  

Recentemente, o Banco Central elevou a taxa Selic em 0,5 pontos percentuais a 13,25% ao ano. Sendo assim, dentre as incertezas relacionado ao potencial de afetar os mercados os economistas citam o ressurgimento do risco fiscal com o aumento dos gastos às vésperas das eleições.  

Assim como mencionei anteriormente, o aumento da moeda americana preocupa muitos economistas e os investidores. Porém, será necessário acompanhar os próximos passos das principais economias mundiais para tomar as precauções adequadas diante de uma possível recessão que pode não acontecer! 

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