Aumento nos preços continuam no Brasil.

Inflação continuará subindo e destaque para aumento do IGP-M, que chegou a 3,28%, no mês de novembro.
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Fonte: Googlr

Antes de tudo, ara as pessoas que pagam aluguel a notícia não é das melhores, a Fundação Getúlio Vargas divulgou na última semana um aumento no IGP-M, que chegou a 3,28% no mês de novembro, em outubro era de 3,23%. Então, IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), é o índice utilizado também para reajuste de aluguel no Brasil. Mas, outros grupos sofreram alterações.

Entenda melhor tudo que está acontecendo no país, e confira por que alguns produtos também foram reajustados

 Aumento nos preços: De olho nos índices

 A princípio, o aumento no IPCA-15 é uma preocupação de todo povo brasileiro, que tem sentido na pele e no bolso. Principalmente para as famílias de renda baixa, que estão com poder de compra cada vez mais reduzido.Especialistas projetam que este aumento pode chegar aos 4% em 2021, sendo o IGP-M um dos responsáveis por esse crescimento.

Para se ter uma ideia, o aumento do IGP-M representa um acúmulo de 24,52% nos últimos meses, contra 21,97% em 2019. Se os brasileiros ficaram assustados com o preço do arroz, podem se preparar para o avanço nos preços de mais alguns commodities.

Que são aqueles produzidos em escala e podem ser estocados, como por exemplo: diversos grãos, milho, café e soja, petróleo e até a carne, neste caso preço do boi gordo.

Aumento dos preços de certos produtos

IPA é o Índice de Preços ao Prod. Amplo, se trata do principal indicador do aumento dos preços no setor atacadista do Brasil. Calculado pela Fundação (FGV), abrange todas etapas desde o processo produtivo, ou seja, preços de matéria-prima, produtos intermediários e também de uso final.

E no cálculo do IGP-M o IPA representa uma maior parte, tem peso de 60%. Que era de 4,15% em outubro, subiu para 4,26 em novembro.

Matéria-prima – Bens Intermediários e Bens Finais.

Fonte: Google

Analisando por estágios durante os procedimentos, destaque para a taxa dos Bens Finais, teve variação de 2,74% em novembro. Em outubro havia sido de 2,84%, a contribuição para este resultado partiu do sub-grupo dos combustíveis, onde a taxa era de 1,81% passou para –1,85%.

O índice pertencente a Bens Finais, mas excluindo os sub-grupo dos alimentos “brutos” e combustíveis ao consumo, passou de 2,37% no mês de outubro para 2,48% em novembro.

Já a taxa dos Bens de intermédios, passou de 3,74% no mês passado, para 4,07% este mês. E os principais responsáveis pelo aumento foram os sub-grupo de combustível e lubrificante para a produção. Com isso, o percentual que era de –2,79% passou para 2,37%. E após a retirada desses itens, o índice dos Bens de intermédios tiveram variações de 4,29% em novembro, contra 4,65% em outubro.

Os itens das Matéria-prima Bruta, aumento de 5,55% no mês de outubro, para 5,60% em novembro.

Os itens que mais contribuíram para este avanço da taxa foram: Milho (de 10,95% foi para 21,85%), algodão em caroço (de 9,70% foi para 19,65%), o Café (de –8,29% foi para 2,13%). Diferente de itens como: Minério de ferro (de –0,71% foi para –2,39%), Soja (de 14,96% foi para 11,91%) e leite in natura (de 3,29% foi para –3,80%).

 Índices que caíram:

 O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) tem peso de 30%, e este manteve de 0,77% em outubro, em novembro está 0,77%. Destaque para quatro classes, das oito que registaram recuo, são: Grupo Educação, Leitura e Recreação, caiu de 3,10% no mês passado para 1,44% em novembro.

Principalmente as passagens aéreas que em outubro a taxa estava 34,21% para 11,70% no mês de novembro. Mas como o povo precisa se alimentar e não viajar de avião, a situação é bastante preocupante. Grupos que também apresentaram declínio das taxas foram: Habitação (de 0,32% para 0,23%), Alimentação (de 1,90% para 1,61%) e despesas variadas (de 0,12% para –0,04%), alguns como eletricidade e alimentos para animais domésticos.

Ficar em casa ficou mais caro

Isso por que grupos como: Transporte (de 0,12% para 0,94%), cuidados pessoais (de 0,04% para 0,16%) e comunicação (de 0,08% para 0,09%). Destaque para: Gasolina (de –0,34% para 1,93%), os remédios (de –0,13% para 0,16%) e serviços de telefonia, internet e TV, passou (de 0,01% para 0,19%)

O grupo que não teve variação foi o de vestuário, este repetiu em novembro a mesma taxa de outubro, que foi de 0,29%. Já o grupo de calçados teve um aumento, passou (de 0,07% para 0,19%)Para finalizar, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) este variou de 1,69% no mês passado, para 1,29% em novembro. Destaque para Mão de obra (de 0,19% para 0,24%), serviços (de 0,33% para 0,73%), também equipamentos/materiais que foi (de 4,12% para 2,85%).

Para calcular o IGP-M, os preços considerados foram os coletados do dia 21 de outubro até o dia 20 do mês de novembro.

Conclusão

Diante desse cenário de pandemia, aumento de preços e desvalorização do Real, seguimos com muitas incertezas e preocupações de como será o futuro do Brasil.

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