Ausência de chuvas agravam as consequências da crise hídrica!

Com a falta de chuvas São Paulo e cidades do interior sofrem as consequências da crise hídrica. Fique por dentro!
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Fonte: Google

Tendo em vista, as mudanças climáticas dos últimos anos tanto no Brasil como no mundo começamos a sofrer com as consequências da crise hídrica. Portanto, está já é a terceira crise do século na cidade de São Paulo, por exemplo, que está sofrendo com as baixas no reservatório de água que abastece o estado. Neste contexto, o mesmo ocorreu no ano de 2013 quando a captação de água normalizou em 2014. 

Sendo assim, nos dias atuais o reservatório está funcionando com apenas 20% da sua capacidade de água. Logo, este é considerado pelos especialistas o nível mais baixo desde a crise de cinco anos atrás. O reservatório da Cantareira abastece hoje, cerca de sete milhões de pessoas por dia.  

As consequências da crise hídrica, está um pouco diferente da crise de 2014 e 2015. Afinal, o Brasil está passando pela crise sanitária trazida pela pandemia do novo coronavírus, que é responsável pelo óbito de aproximadamente 600 mil brasileiros. Além disso, a crise trazida pela pandemia acabou impactando negativamente a nossa economia. 

Portanto, apesar do cronograma de vacinação seguir ainda estaremos sofrendo com as consequências da crise hídrica, ou seja, duas crises que deveremos enfrentar nos meses seguintes, dizem os especialistas. Neste sentido, em algumas cidades do interior já existe uma certa dificuldade para encontrar água.  

Estiagem prolongada  

Neste contexto, o relatório do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais chegou a informar que no segundo semestre de 2021 o nível dos reservatórios entraria em crise. Desse modo, segundo o relatório as chuvas do ano passado não foram suficientes para fazer com que os reservatórios funcionassem normalmente este ano.   

Por isso, nos dias atuais estamos sofrendo com as estiagens prolongadas nos bolsões de água do Centro-Sul Brasileiro. Portanto, está escassez já é considerada pelo órgão como a pior dos últimos noventa e um anos de monitoramento. Vale ressaltar que, o Centro-Sul do país sofre um pouco mais com as consequências da crise hídrica. 

Consequentemente, a ausência de água nesses locais acaba prejudicando a produção de aproximadamente 70% de toda energia elétrica que é gerada pelas hidrelétricas. Assim, devido ao funcionamento das turbinas operando em baixa, as contas de energia acabaram ficando mais caras. Ainda segundo, o órgão responsável pela medição oficial do clima no país-Inmet as chuvas da primavera não são suficientes para tirar os reservatórios do país do limbo.  

Projeções dos meteorologistas 

Neste contexto, as projeções dos meteorologistas afirmam que o fim da primavera e o longo período do verão brasileiro, deverá trazer consequências e o Brasil sofrerá com a estiagem. No entanto, apesar destas projeções o governo do estado de São Paulo descartou a possibilidade de haver racionamento no estado.  

Sendo assim, segundo um porta voz do governo serão perfurados cerca de 138 poços artesianos para que haja aumento da capacidade de oferta hídrica. Neste sentido, o serviço será feito em cerca de cento e vinte municípios que estão sofrendo com as consequências da crise hídrica.  

Vale ressaltar ainda que, para alguns especialistas está crise foi acelerada pelos efeitos do clima. Pois, essa crise deveria ocorrer nos próximos vinte ou quarenta anos. Logo, segundo informou o porta voz da Sabesp, Marcos Penido, a companhia não prevê o desabastecimento por hora na cidade de São Paulo. E, portanto, nas cidades do litoral e interior do estado. Ainda segundo, informações da empresa os níveis do reservatório podem se estabilizar com as chuvas do fim da primavera.  

Consequências da crise hídrica 

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Neste contexto, uma das ações que acabaram contribuindo para que sofrêssemos com as consequências da crise hídrica. De fato, foi o constante desmatamento da Amazônia, assim como, os demais agentes poluentes que algumas empresas ainda usam. Sendo assim, para evitar que a situação se agrave os moradores da cidade de São Paulo devem economizar energia e o uso de água.  

Na cidade de São José do Rio Preto, por exemplo, o consumo tanto de energia como de água caiu cerca de 13%. Portanto, para evitar que as consequências da crise hídrica se agravem é preciso ter um pouco de bom senso. Algumas cidades, já passam por rodízios que chegam a durar cerca de 36 horas.  

Pois, como já mencionei reservatório responsável pela distribuição de água está funcionando com apenas 20% da sua capacidade de água. Logo, este é considerado pelos especialistas o nível mais baixo desde a crise de cinco anos atrás. O reservatório da Cantareira abastece hoje, cerca de sete milhões de pessoas por dia. 

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