Banco Central e Educação financeira, curso Aprenda Valor!

A educação financeira é cada vez mais pontuada no Brasil, por isso, o BC – Banco Central, lançou um curso na rede pública de ensino. Continue conosco e saiba mais aqui.
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Banco Central e Educação financeira
Fonte: Banco Central

Um dos assuntos mais importantes da vida de qualquer ser humano é a educação financeira. Contudo, apesar da importância, o tema sempre foi tratado como tabu entre famílias, escolas e sociedade.  Assim, com sua importância ignorada o país já acumulou mais de 60 milhões de endividados.

Dessa forma, sabendo o quão importante é a relação no assunto: Banco Central e educação financeira. O Governo Federal por meio da instituição criou um curso de educação financeira na rede pública de ensino. 

Por isso, com a expectativa de reduzir o número de inadimplentes no país e construir uma população mais saudável financeiramente. O Banco Central tem depositado suas expectativas neste curso. Ainda, a instituição ampliará esta possibilidade para todo o país. Embora seja um grande projeto, inicialmente deverá atender cerca de 100 mil escolas em qualquer esfera: Municipal, Estadual e Federal.  

Contudo, segundo o presidente do BC, o curso deve atender aos alunos de forma progressiva e avançada. Assim, ainda que os alunos não tenham acesso ao sistema financeiro por completo o fato de estender o conceito de economia é algo válido para o futuro da população.

Nesse sentido, poupar é fazer uma criança entender que guardar 1 ou 2 reais de 10, é em alguns meses possuir um valor que não esperava. Segundo o presidente do Banco Central.  

Portanto, o PLA-POU-CRÉ as siglas que compõem o curso do BC sobre a educação financeira, o chamado Aprender Valor, espera atingir mais de 5 milhões de alunos em 2022.

Por isso, nossos especialistas criaram este conteúdo para explicar melhor sobre o programa e a relação entre o Banco Central e Educação financeira nas escolas. Saiba mais nos próximos tópicos. 

Banco Central e Educação financeira; Aprender Valor 

PLA-POU-CRÉ – planejar, poupança e crédito, são os pilares que fundamentam as siglas utilizadas para compor o Apender Valor o curso do BC nas escolas do Brasil. Assim, o curso deverá abordar o orçamento com os princípios básicos, ou seja, a movimentação do dinheiro: o que entra e sai.   

Dessa forma, o conteúdo ensina sobre as diferenças entre os investimentos, por exemplo: poupança passiva e ativa. Ou seja, tudo o que acontece com as sobras de recursos. E, ainda, o que deve ser separado antes de um pagamento. Assim, o projeto-piloto foi testado nos Estados brasileiros: Minas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná e Distrito Federal, em abril deste ano.  

Nesta primeira fase do Aprender Valor, foram pouco mais de 10 mil escola em uma escala de 429 unidades. Mas não demorou muito para o número de acesso as escolas, que saltou para cerca de 1.630 munícipios e todos com representantes em todas as regiões. Por isso, o conceito de Banco Central e Educação financeira poderá mudar os rumos da economia no pós-pandemia. 

Quem é o público-alvo do Aprender Valor? 

Banco Central e Educação financeira
Fonte: Google

A princípio o foco são os alunos do ensino fundamental, aqueles que frequentam o quinto ano, mas além dos estudantes, o Banco Central quer atingir o máximo de professores nas instituições de ensino.

Por isso, destaca a meta de mais de 1 milhão de profissionais de educação no país que devam acessar ao curso. Dessa forma, o projeto disponibiliza um curso especial de finanças pessoas para os profissionais de educação.  

Com isso, o presidente do BC pondera que, as vezes os profissionais de educação mal sabem gerir suas próprias finanças e, ainda, não possuem tempo disponível para investir neles. Portanto, a importância em disponibilizar algo voltado para eles e com foco no seu crescimento pessoal é expandir o conceito de Banco Central e Educação financeira.  

Concluindo  

Entretanto, para os desavisados, o curso Aprender Valor não é tão simples como relatamos. Conforme dito, o projeta encontra-se na primeira fase, mas a segunda deverá iniciar ainda este ano. Logo, para os alunos e profissionais do projeto-piloto; o curso é puxado e alguns profissionais, mesmo da área de exatas, dizem ter parado para refletir sobre o assunto.  

Por fim, o programa deverá ser incluído nos anos ímpares do ensino fundamental, além disso, para os professores, o curso não terá segredos ou trabalho extra. Já que, este chega as escolas prontinho para a sala de aula com cerca de 35 módulos, usados transversalmente em cerca de 10 aulas. 

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