Batalha dos streamings no Brasil, o peso no bolso do brasileiro!

Assistir filmes, series, produções musicais e muito mais é algo que o brasileiro ama, mas os meses de assinatura podem pesar no seu bolso. Continue conosco e saiba mais.
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Batalha dos streamings no Brasil
Fonte: Netflix

Com o passar dos anos a tecnologia só evoluiu, assim, o setor de entretenimento foi obrigado a evoluir para não perder espaço no mercado consumidor. Por isso, pequenos hábitos como assistir um filme, uma série de TV ou ouvir uma música já não são feitos como antigamente. Ou seja, não é preciso ir ao cinema, aguardar uma programação de TV, usar um CD ou DVD, isso tudo pode ser feito usando um streaming. Assim, existem várias empresas ofertando o serviço e travando uma verdadeira batalha dos streamings no Brasil.

Mas, além das variações de produtos e seguimentos, os streamings parecem pesar no bolso dos brasileiros ultimamente. Desse modo, impulsionados pela comodidade de estar em qualquer lugar e acessar aos mais diversos seguimentos, o Brasil tem se tornado um país consumidor.  

Portanto, empresas como, por exemplo; Netflix, Globoplay, Disney+, Star+, HBO+, Spotify, Deezer, Amazon Prime Video e outras. Estão focando seus olhos no Brasil e trazendo sempre mais inovações e novidades para suas assinaturas.

Entretanto, os valores ajustados nos últimos meses pesaram no orçamento mensal dos consumidores. Dessa forma, com a intenção de conquistar mais mercado e mais “dispositivos” os ajustes de mensalidade foi uma verdadeira avalanche. 

Nesse sentido, nosso blog trouxe um artigo completo sobre a batalha dos streamings no Brasil e o seu impacto no orçamento dos consumidores mensalmente.

Por isso, não esqueça de acompanhar cada tópico para aproveitar o melhor de cada assinatura. Vamos juntos.  

As empresas de streamings no Brasil  

Como já foi adiantado, uma verdadeira batalha dos streamings no Brasil é travada por pelo menos 5 empresas e suas plataformas. Assim, o consumidor tem opção para todos os gostos e bolsos. Nesse sentido, a Netflix, uma das maiores em números de assinantes no país (31% dos consumidores), reajustou os valores de sua assinatura em julho.  

Assim, com a intenção de aumentar os lucros, a empresa encareceu um pouco mais a conta dos assinantes. E isso acabou criando um efeito migratório para outras empresas como, por exemplo, a Amazon Prime (24%), que ocupa a segunda posição entre as mais assinadas por aqui. 

Além disso, outras empresas também receberam mais assinantes como a terceira colocada e recém-chegada ao país o Disney+ (12%), a verde e amarela Globoplay (8%), HBO+ (7%). Mas não são apenas lucros o que podemos observar com a batalha dos streamings no Brasil.  

As estratégias das companhias por trás da batalha dos streamings no Brasil  

As companhias fornecedoras dos serviços têm se esforçado ao máximo para manter o lucro e, ainda, aumentar o número de assinantes. Por isso, é cada vez mais comum que os consumidores brasileiros sejam bombardeados com novas estratégias para manter o preço das assinaturas. 

Um exemplo de mercado “customer” é do Grupo Globo que trouxe ao Globoplay a unificação de alguns serviços e canais disponíveis na TV por assinatura e a parceria com a Disney+.

Além disso, a empresa incluiu em seu portfólio um sucesso de novela, mas que antes eram apenas vistos na programação de sua concorrente no canal aberto. Como é o caso da Mariamar, novela mexicana dos anos 90 exibida no Brasil pelo SBT.  

Outra que adotou estratégias inteligentes, mas que cominou em um prejuízo e um processo judicial, foi o Grupo Disney. No país a empresa mantém dois streamings – Disney+ e o Star+, seu novo streaming que antes do seu lançamento teve um prejuízo de cerca de 50 milhões de reais no país. Tudo isso para poder usar o termo “Star”.  

Dessa forma, o brasileiro tem dedicado cerca de 5% do salário mínimo em assinaturas de streamings. Portanto, os reajustes nas assinaturas têm pesado, em consequência, além das migrações, os cancelamentos são o outro lado da história. Assim, a Netflix, em recente pesquisa, apresentou uma queda de 20% nas assinaturas em dados comparados com os anos de 2019 a 2020.  

Concluindo  

Batalha dos streamings no Brasil
Fonte: Google

Por fim, apesar dos esforços das empresas para manterem o número de assinantes, os resultados nem sempre são satisfatórios para todas as marcas. Ainda, existe um grande vilão que assombras estas empresas diretamente, a pirataria dos produtos e conteúdos 100% gratuitos. Mas que estão na mira dos reguladores em todo o mundo, afinal de contas utilizar serviços piratas é crime e gera prejuízos aos produtores de conteúdo.  

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