Crise financeira: países da América mais afetados pela Covid-19

Entenda porque os países da América Latina sofrem mais com a crise financeira mundial atraída pela Covid-19.
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Fonte: Google

Com a descoberta da Covid-19 e as medidas de preservação à vida percebemos o quão devastadores e até fatal, seriam os problemas causados por ela. Além da crise sanitária, causa por ela, o mundo entrou em uma crise financeira que afetou todos os países sem qualquer restrição.

Contudo, os países em desenvolvimento são os que mais sofrem as consequências de ambas as crises. Isso porque não desenvolveram uma política econômica forte e eficaz em casos de recessão.

Assim, na América Latina os países mais afetados por elas são:

  • Argentina,
  • Brasil
  • México.

Eles irão liderar o aumento da pobreza em consequência à pandemia de coronavírus. Por esse motivo vamos explicar quais as consequências da pandemia nesses países.

Sobre a Pandemia

Em 30 de janeiro de 2020 a declaração feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS) abalou todo o mundo. Desse modo, naquele momento, tivemos ciência do surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19).

Naquele instante se instalava uma Emergência de Saúde Pública Internacional. E assim, o nível de alerta classificado como o mais alto da Organização, como previsto no Regulamento Sanitário Internacional.

Em março de 2020, a COVID-19 tomada a classificação de pandemia – oficialmente instituída pela a OMS. Em 23 de julho de 2020 a OMS confirmava o número total de   15.012.731 casos de COVID-19 no mundo e 619.150 mortes

A união das Organizações em saúde (OPAS) Organização Pan-Americana da Saúde e a OMS prestam suporte técnico ao Brasil e outros países.

Além do isolamento social para prevenção da vida, por exemplo. Medidas de proteção e combate como lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar álcool em gel. E bem como, a utilização de máscara em locais públicos, foram introduzidas na rotina da humanidade.  

A crise na economia dos países Latinos

As previsões feita por especialistas da economia mundial não são as melhores. Dessa forma, a preocupação em torno dos países emergentes na América Latina como Brasil, México e Argentina ficou nítida. Ainda mais sob a alegação de países mais afetados pela crise do COVID-19.

Assim, alegam que os três países percursores econômico na América Latina sofrerão com a pior parte do caos financeiro causado pela pandemia de coronavírus.

O Cepal, em parceria com a Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina emitiu um alerta em previsões recentes. No qual, afirmava a respeito quanto ao crescimento da pobreza. Respectivamente, indicou que o percentual de aumento da pobreza seria de 10,8% na Argentina, 7,7% no Brasil e 7,6% no México. Sendo assim, números maiores em relação as previsões feitas para outros países.

A ONU também emitiu uma alertou sobre a atividade econômica. Ou seja, demonstrou que os números estão caindo mais do que o previsto. Isso quando os impactos causados pela crise financeira em virtude da covid-19 ainda não eram claros.

Dessa forma, América Latina será levada por uma crise: o PIB apontará o percentual negativo de 9,1%. Desse modo serão cerca de 45,4 milhões de novos pobres e o número de 8,5 milhões de empregos perdidos em até seis meses. E, ainda, o fechamento de 2,7 milhões de empresas.

Os efeitos da crise financeira na produção industrial dos países

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Se as previsões para a economia não foram as melhores, os números apresentados para a  produção industrial foram ainda piores. O país do México teve uma queda de  29,3% apenas no mês de abril. Bem como, isso refletiu no mercado econômico da Argentina que teve uma diminuição de  26,4% e, assim, como no  Brasil que somaram 15,1%.

Os efeitos na empregabilidade

Assim como ocorrido na indústria e em consequência aos números negativos, o relatório do Cepal apontou, ainda, que o desemprego alcançará o percentual de 13,5% no final do ano.

O Cepal alertou sobre o número de desocupados por conta do cenário caótico, que chegaria ao número de 44,1 milhões de pessoas. Além disso, que isso representa um aumento de cerca de 18 milhões em relação ao ano de 2019.

Com relação a crise financeira mundial instalado em 2008 os números apresentados são significativamente maiores do que aqueles constatados. Como por exemplo, quando a taxa de desemprego marcou o percentual de 6,7% em 2008 para 7,3% em 2009.

Para minimizar a crise financeira nesses países

A Cepal, ainda, em relatório afirmou a importância na implementação de ações imediatas. Como por exemplo, a instituição de uma renda básica para manter a economia estável. E assim, nivelar uma base ampla de combate a fome e a pobreza.

Além disso, apontou a necessidade do fortalecimento das instituições financeiras – nacionais por meio das internacionais. Dessa forma, alimentando os investimentos nesses países e manter uma economia mais linear e segura.

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