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Desemprego no Brasil: programação é a saída para fugir do desemprego! 

Advogados e engenheiros se tornam programadores para fugir do desemprego no país. Continue aqui e saiba mais.

Desemprego no Brasil
Fonte: Google

Com a crise econômica instalada no país há mais de 02 (dois) anos, trazida pela pandemia e outros fatores externo e interno, o Brasil viu uma flutuação da inflação mais alta, desemprego desenfreado e o crescimento da informalidade. Nesse rumo, o desemprego no Brasil parece ter impulsionado um movimento um tanto particular: a migração profissional, assim, vários setores profissionais estão se reajustando para fugir do desemprego. 

Dessa forma, alguns profissionais, antes vistos com uma categoria “privilegiada”, como é o caso da advocacia, se viram obrigados a migrarem e se readequarem ao novo mercado. No entanto, a advocacia ou engenharia, por exemplo, não foram as únicas categorias a seguirem o rumo do novo mercado de trabalho. Segundo dados de uma renomada escola de programação no país, Driven, o corpo discente da empresa – cerca de 80% dos alunos, é constituído por profissionais já graduados ou especializados.  

A empresa ressalta que estes alunos não são formados na área de tecnologia, o que refirma a necessidade de uma nova formação para aqueles que desejam buscar um emprego no Brasil.

Por outro lado, a busca pela nova formação, em reflexo as novas tecnologias, tem sido impulsionada pela oferta de vagas no mercado atual. Assim, segundo dados do site de vagas, hoje, são mais de 35 mil vagas para programador disponíveis no país.

Contudo, sem pessoal capacitado ou formado para ocupá-las. Por isso, esse “cardume tecnológico” é atraído, além da disponibilidade de vagas, pelos altos salários, flexibilidade de horários e benefícios. Quer saber mais sobre como o cenário do desemprego está empurrando profissionais a nova formação e quais os meios para conquistar uma vaga?  

Continua conosco e descubra tudo nos próximos tópicos.  

O cenário de desemprego no Brasil 

No país, atualmente, são mais de 11 milhões de pessoas desempregadas, além disso, somam mais de 1,2 milhões de pessoas atuando em força de trabalho informal – sem registro em carteira. No entanto, é importante frisar que com os impactos do coronavírus e flexibilização das regras trabalhista e, ainda, o modelo de home office.

Várias categorias de profissionais optaram pela dispensa do trabalho direta sem qualquer ônus, isso para buscar novos benefícios, entre eles a flexibilidade no trabalho remoto.  

Diante disso, outros profissionais, que insistiram na busca do trabalho e empregabilidade, passaram anos – cerca de 02 anos, sem conseguir se recolocar em uma vaga de trabalho no seu setor. Retrato vivido por cerca de 4 milhões de brasileiros, segundo dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) – pesquisa realizada no final de 2021.  

Nesse rumo, o desemprego no Brasil, trouxe mais que um cenário de busca, mas uma necessidade de requalificação profissional, mesmo para aqueles profissionais que já possuem uma qualificação ou formação.

Diante da necessidade de sobrevivência, o exemplo do engenheiro Luiz, 31 anos, renunciou ao seu sonho de infância – ser engenheiro, para se tornar programador e ocupar uma vaga no mercado de trabalho atual.  

O modelo de mercado e o acúmulo de formações e experiências  

Como dito, a Driven, escola de formação de programadores, aponta que pouco mais de seus 9 mil alunos, já possuem uma formação acadêmica ou qualificação profissional e 80% do número não é na área de tecnologia. Assim, o retrato da Driven é o mesmo do Brasil, onde milhões de brasileiros sonham em ocupar uma vaga de emprego com boa remuneração de flexibilidade.  

Por outro lado, as vagas disponíveis para os programadores geralmente exigem a experiência ou vivência no tipo linguagem que a empresa contratante mais atual. Contudo, nessa nova onda de formação – necessária, trazida pela era digital ao mundo, várias empresas dão suporte a formação de novos programadores. E é exatamente neste quesito que o desemprego no Brasil pode ter um ponto de desequilíbrio e reduzir até o final de 2023.  

Uma vez que todos os dias as são ofertadas inúmeras vagas no setor, incluindo aqueles em turmas de qualificação gratuitas, financiadas e até pré-selecionadas para vagas após a formação. Mas como acessar aos programas de formação e empregabilidade para programadores?  

Os sites e cursos de formação para programadores 

Desemprego no Brasil
Fonte: Google

No país existem uma necessidade enorme de profissionais no setor de programação, por isso, empresas como a Renner, Banco Santander, Itaú, Dio, Bradesco e outras plataformas, estimulam a formação de pessoas de maneira gratuita.

Além disso, disponibilizam processos de seleção e aproveitamento destas turmas. Sendo assim, para aqueles que estão buscando vagas e/ou uma nova colocação no mercado de trabalho, vale a pena ficar atento(a) aos cursos disponibilizados gratuitamente por estas empresas.  

Por fim, outro ponto importante é compreender que todo o processo é gradativo, por isso não pense que será uma simples aula que colocará você no mercado de trabalho. A verdade que é que o setor exige dedicação, esforço e desejo de formação, já que cada empresa lida com uma linguagem de programação diferente, por exemplo, C#, Java, Payton e outras.  

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