Dólar e bolsa de valores fecharam em alta na última semana.

O dia se encerrou com notícias quentes, Dólar com ganhos de 0,33% após o Fed manter juros perto de zero, e bolsa de valores no maior patamar. Logo, o que esperar para 2021.
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Fonte: Google

O último dia 16, finalizou com anúncio  de que o dólar comercial encerrou o pregão com ganhos de 0,33%,  após o anúncio do Fed (Federal Reserve) em manter os Juros próximo a zero. Além disso, o mercado brasileiro segue atento as novidades em torno da vacina contra o coronavírus, bem como,  problemas fiscais e políticos do Brasil. Logo,o dólar fechou cotada a R$ 5,104 (compra) e R$ 5,106 (Venda). No entanto, as oscilações durante todo dia, com mínima de R$ 5,075 e com máxima de R$ 5,142, no turismo teve ganho de 0,57%.

No dia 15, o  Ibovespa (principal indicador da Bolsa de Valores) foi de 1,34%, e aos 116.142 pontos. E na manhã de quarta-feira também  operou em alta chegando aos 116.311 pontos. Por fim, terminou a semana com alta de 1,47%, atingindo o maior patamar desde o mês de janeiro, e aos 117.857 pontos. De acordo com registros Ibovespa, a maior pontuação foi em 24 de janeiro, quando atingiu 118.376 pontos.

Dólar e bolsa de valores: Giro pelo mundo.

O resumo do dia foi o foco da aprovação em processo para pacote de gastos nos Estados Unidos, e negociações da Brexit (este acordo deve sair até o final de dezembro). Além disso, em Nova York, a “Fed” avisou  que o programa de introdução monetária do dólar se manterá até a taxa de desemprego voltar ao patamar de antes da pandemia. Essa previsão é para depois de 2022.

Enquanto o Ibovespa fecha em alta no dia 16 de dezembro, destaque para Vale (VALE3). Além disso, a notícia da aprovação da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias, na Câmara dos deputados; fez com que a bolsa chegasse na maior pontuação de 2020 como citamos anteriormente.

Dólar e bolsa de valores: Na política

O Plenário aprovou o valor que o ministério da economia sugeriu, de 247,1 bilhões para o ano que vem. Logo, os deputados aprovaram a LDO, ficou por 444 votos contra 10. Agora depende da aprovação da Sanção Presidencial, ou seja, está nas mãos do Presidente da República.

Por fim, era o mínimo que o mercado esperava do congresso para este final de ano. Embora assuntos importantes como avanço das reformas tributárias, e o orçamento 2021, ainda estejam pendente. Mesmo assim, um alívio, pois sem aprovação da LDO a máquina pública simplesmente para.

O que esperar para 2021

Fonte: b³

 A economia, bem como o mercado financeiro, são considerados cíclicos, e vivem em constantes mudanças ao decorrer dos anos. Porém, a crise causada pela pandemia é um fato atípico de tudo que já vivemos. Por isso é difícil prever com mais certeza como será o futuro do Brasil e do mundo.

O Brasil estava dando sinais que finalmente as “coisas” dariam certo, afinal no início de 2020 o PIB apresentava crescimento cerca de 2% naquele período. O que não ocorria a sete anos, as condições eram favoráveis até a chegada do vírus e tudo mudou. Logo, o Ibovespa fecha no segundo pior mês em toda história. Bem como, a taxa de desemprego aumentando e o PIB brasileiro provavelmente irá fechar no pior patamar já registrado.

No entanto, o país já vivenciou momentos tão complicados como este cenário atual, e conseguiu sobressair. Isso nos transmite esperança e podemos olhar para o futuro com boas perspectivas e a retomada é possível.

Afinal fatores como inflação controlada, o mercado pressionando por novas reformas, cautela no setor fiscal. Além da “chegada” da vacina contra o coronavírus, que deve trazer um pouco de estímulo para as pessoas e também para o mercado.

Portanto, vários analistas apontam uma retomada mundial no crescimento em 2021, após uma recessão não só no Brasil, mas global durante este ano. Logo, as projeções do Boletim Focus apontam crescimento do PIB em 3,5% no ano que vem, e queda de 4,41% até o final de 2020. Porém, para que a economia chegue ao cenário de antes da pandemia, será necessário que a distribuição da vacina se concretize nos primeiros meses de 2021.

Momento de cautela e paciência

Entretanto, a distribuição deve acontecer de forma gradativa, a começar com a distribuição no Ocidente. Nos países mais ricos, onde já começaram a campanha de vacinação, e em meados do ano que vem, esse número deve alcançar ainda mais países. E assim, imunizar uma taxa considerada satisfatória para retomada das atividades.

No Brasil, a vacinação pode acontecer no mês de fevereiro, mas as principais vacinas brasileiras ainda não concluíram os testes.

Por fim, a única certeza que temos é que muita “água irá rolar debaixo dessa ponte”, principalmente no Brasil; onde existe demora nas decisões importantes, principalmente na política. Além disso, a economia para 2021 está cercada de incertezas, o fim do auxílio emergencial, o medo de uma segunda onda da COVID-19. Na outra ponta, taxa de juros muito baixa, e alto número de desempregados no país. Logo, são muitos fatores que interferem de forma direta no crescimento da economia brasileira, então, só nos resta a esperança de um ano novo melhor.

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