Saiba quais os Estados brasileiros saíram da crise.

Apesar dos impactos caóticos diante da crise financeira trazida pela Covid-19, segundo estudos e avaliação da Oxford Economics, a reação positiva da economia brasileira foi a melhor entre os países da América Latina ainda no segundo trimestre.
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Dessa forma, hoje iremos falar sobre o quais os Estados Brasileiros saíram da crise nesse pós-pandemia. Fique com a gente até o fim e saiba mais!

Embora, a última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE; tenha monstrado o tombo do PIB – Produto Interno Bruto; do país, em cerca de 9,7%. No mesmo período há pesquisa da Oxford, segundo a britânica; ante o pessimismo dos números apontados pelo IBGE, o Brasil deveria ter apresentado mesmo era um queda feia de cerca de 11% no PIB. 

Dessa forma, o percentual não foge a previsão. Mas, seus prejuízos não chegaram a estimativa que levaria o país a mergulhar de cabeça em uma recessão severa. Assim, como uma surpresa positiva, o mercado financeiro demonstrou uma resiliência das exportações e importações no segundo trimestre. 

Com isso, o de registro da alta de 1,8% da balança comercial de bens e serviços registrou nas exportações deu um gás no segundo trimestre. Mas, essa visão de crescimento não se estendeu as vendas nos produtos alimentícios e petróleo, os commodities, que reduziram em 13,2% nas importações. 

Nessa sentido, nosso blog resolveu mapear uma previsão de recuperação comercial e do mercado financeiro para o Estados brasileiros para o pós-pandemia. 

Quer descobrir se sua região alcançará essa cescente na economia? Confira no artigo a seguir. 

Vamos juntos. 

Estados brasileiros: O cenário brasileiro durante a pandemia

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A crise financeira trazida pela pandemia atingiu a maioria dos estados brasileiros. Além disso, eles já estavam em um movimento de lentidão e recuperação de suas economias internas. Tudo isso gerado pela grave crise fiscal já enfrentada por grande parte do país. 

Com a maioria das despesas; pessoal e gastos públicos, elevadas e com um baixo rendimento em sua arrecadação fiscal; muitos Estados já estavam em uma cena de baixa elevação financeira desde o início deste ano. 

Essa expectativa de crescimento retraído tinha sua projeção firmada ainda nos anos de 2013 e 2014; no pré-crise. Já que as políticas feitas não tinham um bom resultado.

Além disso, as decisões internas tomadas por Congresso e Governo, na quebra de braço política, não favorecia ou atendia a todos os Estados. 

Quais as expectativas para o crescimento dos Estados brasileiros?

Segundo especialista na área, os Estados que mesmo antes da pandemia já apresentavam uma projeção na elevação do seu PIB; com a crise, não terá grandes prejuízos com sua onda de queda econômica.

Desse forma, a segurança criada por essa margem de ganho econômico poderá favorecer a sua retomada. 

Assim, o Estado do Mato Grosso, que já mostrava bons índices do PIB deverá ser o Estado mais resiliente no biênio dos anos 2020-2021.

Desse modo, segundo projeções, poderá atingir até 2,7% positivos com relação ao PIB apresentado no ano de 2019.

Essa provisão exercida pelo Estado são frutos das atividades econômicas sobre a indústria e do agronegócio.

Dessa forma, o Estado do Pará será outro que terá vantagens com as projeções positivas. Segundo os especialistas em economia, o Estado deverá passar seu PIB apresentado no 2019.

Por fim, sua economia deve crescer pela produção e a volta normal do comercio de alumínio. Como pela expansão da produção de minério de ferro no Sistema Norte da Vale. 

Por fim, outros Estados que monstraram essa grande positividade no crescimento serão; o Rio de Janeiro, mesmo emergido em uma crise político-econômica, Goiás e Mato Grosso do Sul.

Todos os outro Estados, inclusive São Paulo, terão que ter de ajuda do Governo Federal para estabilizar a economia interna e regular suas dívidas fiscais.

A economia interna assegurada pelo Auxílio Emergencial 

O Auxílio Emergencial não socorre apenas os brasileiros em situação de risco econômico. Embora criado para essa fim, o programa ajudou a economia interna a se manter um nível de retração menor. 

O cenário econômico brasileiro seria ainda pior se não fosse a existência de um programa que mantivesse a renda base da população.

Assim, é cada vez mais forte a teoria de especialista econômicos que insistem na constituição de uma renda básica para os países que estão em desenvolvimento.

Por fim, ainda que a visão de expansão das atividades econômicas sejam as melhores, o Brasil ainda ficará abaixo do PIB. Em comparação ao ano de 2019, uma queda de 4,2%. 

Estados brasileiros: Qual o cenário de projeção para as Regiões do País? 

Na região Nordeste, o alívio proporcionado pelo programa Federal do Auxílio Emergencial trouxe uma menor baixa de seu PIB. Isso significa cerca de 5% abaixo da média apresentada no ano de 2019.

Embora, o Nordeste tenha apresentado essa visão positiva, suas condições para o crescimento do mercado de trabalho são frágeis. Ele tem números bem acima para a informalidade e a alta proporção de domicílios em extrema pobreza. 

Por fim, na região Sudeste, ainda que apresente um do bom desempenho no Estado do Rio de Janeiro, os outros Estados não acompanharão o carioca. Isso ocorre por conta da alta participação de setores mais sensíveis à dinâmica econômica, causadas pela restruturação do mercado. 

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