O que a experiência internacional do Open Banking nos ensina?

Neste artigo, vamos saber um pouco mais sobre a experiência internacional do Open Banking. Fique por dentro!
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experiência internacional do Open Banking
Fonte: Google

A tecnologia digital transforma o mundo todo e o mercado financeiro brasileiro não podia ficar de fora desta transformação. Hoje, os países desenvolvidos contam com a tecnologia do Open Banking para conectar e gerenciar as contas de vários bancos em um só lugar. Sendo assim, o que podemos aprender com a experiência internacional do Open Banking?

O Open Banking, permite que os titulares de contas, assim como, usuários de serviços financeiros possam compartilhar os seus dados com outras instituições financeiras. Este compartilhamento de dados é uma excelente alternativa, onde os correntistas podem se relacionar de uma maneira mais ampla com outros bancos.

A experiência internacional do Open Banking, dá algumas pistas do que podemos esperar no país. a experiencia da tecnologia no Reino Unido é mencionada por todos os incluídos nas definições da implementação da tecnologia no sistema financeiro brasileiro. Economistas indicam Londres como a capital mundial dos neobancos. Portanto, a capital que mais teve benefícios com o sistema Open Banking.

De fato, precisamos aprender com experiência internacional do Open Banking, nos Estados Unidos, o movimento do Open Banking é mais orgânico, as mudanças que foram feitas no sistema financeiro americano foram menos profundas. As regras de compartilhamento começaram a ser implantadas no Brasil em meados de 2018. Atualmente, várias tendências já são claras para os titulares de contas e usuários de serviços financeiros.

Adquirindo Experiência

Um dos motivos da lentidão na adoção do sistema no Reino Unido, que durou cerca de três anos, somente três milhões de britânicos entre pessoas jurídicas e físicas autorizaram o compartilhamento de informações no sistema aberto. Aproximadamente 300 bancos operam com o Open Banking no Reino Unido.

Mais outras 450 instituições se preparam para o Implementation Entity-OBI, organização independente responsável por implementar o sistema no Reino Unido. Além de ser uma novidade, a complexidade técnica de unir em uma rede comum toda categoria de bancos não é algo fácil de fazer, por isso, boa parte dos britânicos agiram com desconfiança no primeiro momento.

No mês de janeiro de 2020, o órgão regulador da Austrália adiou o início da operação em seis meses, segundo o órgão houve a necessidade de mais testes para garantir a privacidade e segurança dos clientes. Voltando para o Reino Unido, um empecilho relevante tem a ver com a regra. Isto porque, a autorização do compartilhamento precisa ser renovada a cada 3 meses. Tendo em vista esta experiência negativa, no Brasil a autorização e acesso tem validade de um ano, para que este mesmo empecilho não ocorra por aqui.

LGPD, Banco Central e Sigilo Bancário protegendo os seus dados

Uma preocupação constante dos brasileiros em relação a tecnologia do Open Banking é a segurança dos dados: será que o Open Banking é mesmo seguro? Sim, um dos pilares da implementação do Open Banking no país é garantir total segurança no compartilhamento de dados dos usuários. O sistema promete que tudo seja feito de forma 100% online, eficaz, rápida e segura.

É importante destacar as APIs, a ideia do Banco Central é construir uma única Interface de Programação de Aplicações-API, ou seja, uma única forma de compartilhamento de dados para garantir de maneira uniforme a segurança no envio de informações de um banco para outro. Contudo, as instituições e fintechs participantes ainda serão responsáveis pela segurança do compartilhamento de dados dos seus clientes.

Além disso, existem leis e políticas que os bancos e fintechs precisam seguir conforme o Banco Central definiu como, por exemplo, a Política de Segurança Cibernética, que tem o objetivo de reduzir os incidentes de segurança digital; a Lei Geral de Proteção de Dados-LGPD, que respalda a liberdade do consumidor na hora de escolher com quem este consumidor compartilhará os seus dados para bancos não participantes do Open Banking, também proíbe a venda de informações de clientes para terceiros, ou seja, os famosos vazamentos.

O que devemos aprender com a experiência internacional do Open Banking?

experiência internacional do Open Banking
Fonte: Google

Bem, vimos como a experiência internacional do Open Banking pode ser desastrosa quando não planejada corretamente. Logo, o Banco Central visa garantir a segurança total do compartilhamento de dados dos consumidores. Alguns analistas, afirmam que estas lições foram aprendidas no Brasil, como já mencionamos, segundo as regras brasileiras a autorização de acesso aos dados possui validade de um ano, ao contrário de outros países que tiveram problemas com os códigos usados.

No Brasil, esses códigos são abertos e adaptam as atualizações feitas nos outros países. Ainda segundo analistas, os brasileiros devem adotar a tecnologia do Open Banking mais rápido do que os britânicos, por exemplo. Pois, além da garantia do BCB de que o compartilhamento dos dados é 100% segura, a Pandemia da covid-19 acelerou a digitalização de vários aspectos em nossas vidas.

Todos os envolvidos na implementação e isto inclui o Banco Central, observaram que a implementação do Open Banking no país é muito mais ampla do que nos demais países, os serviços bancários tradicionais serão apenas o início. Futuramente, outros produtos financeiros, como investimentos e operação de câmbio devem passar a fazer parte do sistema.

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