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Fim do IOF no cartão de crédito?  

O Imposto sobre Operações Financeira – IOF, vai deixar de ser cobrado nas compras com o cartão de crédito? Saiba mais aqui.

Fim do IOF no cartão de crédito
Fonte: Google

Atualmente é quase impossível não ver um brasileiro efetuando o pagamento de suas compras com o uso do cartão de crédito. Ainda mais quando estes objetos possui o poder de compra ENORME – cartão de crédito com limite alto, e/ou benefícios: cartão de crédito sem anuidade, cartão com programa de pontos e outros. Fato é que o brasileiro cada vez mais utiliza o cartão como meio de pagamento titular. Por isso, as vezes não atentamos a cobrança de alguns impostos, como é o caso do IOF, mas dizem que é o fim do IOF no cartão de crédito.

Se você não sabe o que é o IOF, com certeza, já deve ter notado em sua fatura de cartão de crédito ao menos uma vez a cobrança. Já que o imposto é voltado para as transações financeiras, logo, as compras no cartão de crédito geram IOF.  

No entanto, não pense que o IOF é aplicado apenas aos cartões de crédito, como bem diz o nome do imposto; operações financeiras, ele será aplacado a todas as operações financeiras.

E isso incluindo compra e venda de ações e moeda estrangeira, usando ou contratando um seguro, no cheque especial, no empréstimo e outros. 

Por isso, o tributo é tão importante para aqueles que efetuam com frequência as transações financeiras. Sendo assim, nossos especialistas trouxeram o conteúdo para te explicar mais sobre o tributo e sobre o fim da cobrança dele nos cartões de crédito ou não. Então pronto(a) para compreender mais sobre este assunto?  

Veja tudo sobre ele nos próximos tópicos.  

Quais os valores do IOF no cartão de crédito e em outras operações financeiras? 

Neste ponto é importante informar que mesmo que haja a cobrança do tributo sobre as transações financeiras delas existe um percentual de cobrança para cada uma delas. Portanto, não se pode confundir o percentual cobrado sobre a compra e venda de ações – por exemplo, com aquelas que são cobradas pelas compras no cartão de crédito.  

Assim, no caso dos investimentos, como aqueles em renda fixa (CDBs, LCs, Títulos do Tesouro Direito, Fundos DI e Fundos de curto prazo) com resgate antecipado a regra do IOF é aplicada na forma “regressiva” que vai de 96% (para o 1º dia) até o 0% (para o 30º dia). 

No entanto, não é assim que funciona a cobrança do IOF no cartão de crédito, neste caso a regra é outro. Em regra geral, o IOF é calculado de forma diária e com um acréscimo de porcentagem somado ao final do valor até a data de pagamento da fatura. Ou seja, 0,0082% calculada diariamente e somado a 0,38% no dia de fechamento da fatura.  

Quando você paga IOF no cartão de crédito? 

Existem algumas condições para a cobrança e o pagamento do IOF no cartão de crédito. Assim, a empresa – banco, financeira ou credicadora, não pode cobrar IOF quando quiser, apenas dentro das condições de cobranças. Por isso, atente ao seguinte:  

Cobrança por parcelamento da fatura: quando um consumidor não efetua o pagamento total da fatura e decide parcelar o valor restante, no cálculo do valor final será cobrado o IOF; Parcelando compras com juros: quando você efetua uma compra de um produto, ainda que no Brasil, e parcela o valor da compra com juros no cartão de crédito. Perceberá que será cobrado o IOF referente a compra mês a mês; e, 

Comprando fora do país: hoje em dia efetuar compras em outros países é a coisas mais simples e fácil. No entanto, essas compras trazem – além de outros tributos, a cobrança do IOF na fatura do cartão de crédito.  

Afinal, o IOF no cartão de crédito vai deixar de existir? 

Fim do IOF no cartão de crédito
Fonte: Google

É o que todos nós brasileiros esperamos. E este parece ser o desejo do Governo Federal, uma vez que o Brasil demonstra fazer parte da OCDE, uma organização que reúne várias economias industrializadas. No entanto, para fazer parte dela o país deve ZERAR o IOF e é por isso que até 2029 o tributo deve deixar de ser cobrado.  

Você deve se perguntar por que o Brasil que entrar na organização! É simples, os países que fazem parte dela tem melhor posição de negócio e investimentos, tornando mais fácil a movimentação de contratos entre eles. Por fim, o planejamento é gradativo, o que mantém a porcentagem de cobrança e regras de aplicação já dita anteriormente até o de 2029. 

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