PIB: Sua importância para a economia Brasileira.

PIB tem crescimento de 7,7% no terceiro trimestre do ano. Será o fim da crise econômica do país?
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Você sabe o que é PIB? Essa sigla que está sempre nos noticiários, é de extrema importância para economia brasileira, e significa, Produto Interno Bruto. O PIB serve para medir o nível de atividade econômica de um país em determinado período. Este indicador representa tudo que o Brasil produz em um intervalo de tempo.

No entanto, em qualquer produção, outros bens são utilizados, e são chamados bens intermediários. Sendo assim, para facilitar a “contagem”, o valor considerado será o produto final menos os bens intermediários.

Crescimento do PIB em 2020

Agora que sabemos como se mede a economia de um país, vamos entender como está o PIB do Brasil. O PIB brasileiro cresceu 7,7% no terceiro trimestre deste ano, e muitas pessoas até comemoraram. Ainda assim houve uma diminuição do que se esperava , e mesmo com aumento não teve como recuperar as perdas deste ano.

Em 1996 o IBGE passou a calcular o PIB a cada três meses, logo este aumento do último trimestre bateu recorde desde então, inclusive interrompeu uma sequência de queda dos meses anteriores. Apesar disso a economia brasileira saiu do chamado recessão técnica, e as coisas não andam bem. A situação é bastante difícil, isto é, continua 4,1% abaixo do mesmo período em 2019.

Fôlego e decepção

Esse desempenho se deve ao setor de serviço, um aumento que foi de 6,3%, onde o comércio teve bom avanço, cerca de 15,9%. O consumo das famílias brasileiras 7,6%, certamente por conta do auxílio emergencial do governo e pela indústria, 14,8%, dados do IBGE. Destaque para indústria de transformação que teve queda entre abril e junho, 17,5%, no entanto de julho a setembro o crescimento chegou a 23,7%, com aumento da demanda resultou em novas vagas de emprego.

Porém economistas afirmam que esse crescimento deve acontecer com outros setores de forma vagarosa e, somente no final de 2021 o Brasil terá uma economia um pouco mais sólida. Mesmo com esse respiro, teve um crescimento mais fraco do setor de serviços do que o esperado, este seria de 7%. Embora fosse esperado após as medidas de distanciamento social ainda sendo mantidas.

PIB não decola

Todo começo de ano é a mesma história, muitas promessas, inclusive que a economia irá deslanchar, mas a recuperação nunca chega. Desde a saída da recessão no ano de 2017 é a mesma coisa, as expectativas do crescimento do PIB são otimistas, mas com passar do tempo não é bem isso que acontece.

Fatores que contribuem para o crescimento do PIB

Queda da Inflação

Inflação baixa é um fator que contribui para o crescimento do PIB do país. Inflação em desaceleração conta pontos positivos na recuperação da confiança de qualquer país. Este ano deve fechar em 2,1%, se confirmar a inflação ficará menor que a meta que é de 4% em 2020, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, isso é, inferior 2,5% e superior 5,5%.

Aumento do consumo das famílias

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Foi o que aconteceu neste terceiro trimestre, as famílias receberam o auxílio emergencial. Este consumo foi responsável por parte do crescimento do PIB. O auxílio é um benefício do Governo remetido aos trabalhadores autônomos, individuais (MEI), microempreendedores e desempregados. Tem objetivo fornecer ajuda durante o período de crise causado pela pandemia.

Influência do PIB nos investimentos

Um dos motivos dos investidores estrangeiros “deixarem” o país no começo do ano e teve resultado melhor somente em novembro, foi a queda do PIB. Quando o PIB está em recessão, os investimentos também caíram, isso por que o mercado brasileiro deixou de ser visto como uma boa opção.

Além disso, indicadores como IPCA e Taxa de juros (Selic) e Balança Comercial, se usam para mostrar uma previsão do fechamento do PIB. No entanto, fatos como a pandemia que o mundo vive, são suficientes para prever queda no crescimento da economia de um país.

Como fica o desemprego no Brasil

Segundo dados do IBGE o mês de outubro encerrou com 13,8% milhões de desempregados. Cerca de 3,6 milhões a mais do que no mês de maio, alta de 35,90% no período. Com isso a taxa passou para 14,1%, assim é considerada a maior da história.

Economia parada prejudica muito o mercado de trabalho, a consequência é número alto de desempregados no país. Sendo assim, as pessoas tendem a trabalhar de forma informal. Diante de tanta incerteza consumo do povo passa ser inconstante, e mesmo buscando outras fontes de renda, a tendência é que as pessoas passem a comprar apenas o que for necessário.

Conclusão

Com tanta instabilidade na economia, o futuro fica ainda mais imprevisível, sendo assim, é momento de organizar as finanças, controlar as despesas e se possível guardar dinheiro.

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