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Indicadores Antecedentes de vagas de trabalho apontaram queda em 2022 

Um estudo da FGV, revelou que os indicadores antecedentes de vagas de trabalho sofreram queda. Confira!

Indicadores Antecedentes de vagas
Fonte: Google

Após um período de leve recuperação em 2021, uma pesquisa realizada pela FGV indicou que semelhante a 2020 os indicadores antecedentes de vagas de trabalho apresentaram uma queda nos menores níveis. Portanto, no mês de janeiro os indicadores apresentaram uma queda de 5,3%, para cerca de 76,5%. Ou seja, voltando ao menor nível já registrado desde o mês de agosto de 2020 quando esse nível chegou a marcar 74,8 pontos. 

O Indicador Antecedente de Emprego – IAEmp recuou cerca de 3,6 pontos percentuais passando a marcar 80,4%. Mesmo com uma aparente recuperação em alguns meses de 2021, os indicadores seguem a mesma trajetória de queda. Sendo esse o terceiro mês seguido, nesse sentido, esse agravamento acentuado já no início desse ano.

Aconteceu, devido a desaceleração na economia que início em 2022 com o quarto surto das variantes Influenza e Ômicron. Vale ressaltar que, a queda dos indicadores antecedentes de vagas de trabalho afetou um setor bem mais que outros.

Por exemplo, no segmento de serviços que é o atual setor que mais emprega no país sofreu com os surtos. Desse modo, com os prazos curtos para alterar o curso dos indicadores o setor foi o que mais apresentou ter sofrido em 2022. 

Então, no mês de janeiro de 2022 os componentes dos indicadores antecedentes de vagas de trabalho acabaram contribuindo negativamente para esse resultado. Dentre os destaques, está o indicador de Situação Atual do Negócio da Indústria, que colaborou com aproximadamente 1,6 pontos na variação dos indicadores antecedentes! 

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Mercado de trabalho 

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Economia da FGV revelou que o indicador de emprego teve mais uma queda. Dessa vez, chegando a atingir 5,3 pontos no mês de janeiro, portanto, fechando o primeiro mês de 2022 com cerca de 74,8%. Sendo esse, o nível mais baixo desde o mês de agosto de 2020 período mais crítico da pandemia do novo coronavírus quando o indicador chegou a apontar o mesmo percentual desse mês.  

Vale ressaltar que, essa já é a quinta queda sofrida no mercado de trabalho apesar de que os organizadores do levantamento considerem que essa seja a quarta. Tendo em vista, que a queda sofrida no ano de 2020 foi uma consequência da pandemia. Mas, existem analistas e economistas que consideram a crise de 2020 no mercado como mais uma queda, ou seja, essa seria a quinta queda nominal.  

Ainda nesse contexto, nos meses de setembro a outubro existiu uma variação negativa de aproximadamente 0,1 pontos percentuais. Para os organizadores da pesquisa essa variação foi considerada como estável. Esse indicador pode variar de 0 a 200.

Assim, quando o indicador chega a 100 os especialistas consideram uma neutralidade. Isso quer dizer que, as variações que atingem esse ponto indicam uma tendência positiva. Porém, elas podem indicar tendências negativas dependendo do sentido.  

Componentes que contribuíram com a queda do indicador 

A atual situação dos negócios foi um dos componentes que acabaram contribuindo com a queda, esse componente teve recuo de 1,6%. Nesse cenário, o segundo componente responsável pela queda no setor foi a Tendência do Negócios por seis meses, ao todo. Por fim, temos o Emprego Previsto, relacionados as contratações para os próximos três meses que possui uma variação de 0,9%. 

Segundo alguns economistas, apesar de ter tido a influência de alguns desses fatores o principal fator que contribuiu para a queda no mercado de trabalho foi a baixa confiança dos consumidores. Além dos constantes aumentos da inflação a elevação dos juros. Então, temos todos esses números refletidos nos números de desaceleração da economia! 

Vale ressaltar ainda que, no quarto trimestre de 2021 essa desaceleração já acontecia o setor de serviços, por exemplo foi o que menos sofreu impacto. Contudo, o espelhamento da variante Ômicron afetou bastante, pois, as medidas restritivas voltaram foram retomadas.

Desse modo, houve um adiamento do carnaval que para o Brasil significa recuo de empregos temporários. Além do receio, de que os consumidores circulem livremente espalhando o vírus pelas cidades, devido a essa variante ter um poder de transmissão muito mais rápida. 

Estimativa dos Indicadores Antecedentes de vagas de trabalho 

Indicadores Antecedentes de vagas
Fonte: Google

Segundo os Indicadores , despois de um longo período de recuperação do setor em 2021. A chegada da variante Ômicron trouxe a retomada das medidas restritivas. Assim, houve uma piora acentuada no início desse ano. Ou seja, os analistas indicam que esse quadro pode ser revertido apenas no segundo semestre de 2022. 

Pois, sabemos que existe um prazo muito curto para vislumbrar qualquer alteração do mercado, visto que, no primeiro mês de janeiro todos os componentes desse mercado acabaram contribuindo negativamente para esse resultado.  

Por fim, como mencionei antes a queda dos indicadores antecedentes de vagas de trabalho afetou um setor bem mais que os outros. Isso quer dizer que, a recuperação do setor poderá demorar um pouco mais! 

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