Mineração de bitcoin e seu consumo de energia na

Será mesmo que as transações das criptomoedas como bitcoin irão consumir energia a ponto da mineração se tornar insustentável?
Anúncios


Fonte: Bitcoin

Um dos assuntos do momento são as criptomoedas, e uma das mais conhecidas o Bitcoin. Logo o que tem preocupado é com relação ao consumo de energia com a mineração de bitcoin. De acordo com dados da Universidade de Cambridge, o alto consumo de eletricidade com execução e mineração das transações de bitcoin aumentaram mais de 41% em 2020. Um gasto maior que o de 100 milhões de usuários de alguns países.

Desde de meados de dezembro do ano passado; o aumento teve um pico expressivo algo em torno de 23,36% somente nas últimas semanas devido a mineracão de bitcoin. Logo, o consumo da criptomoeda deu salto de 86,67 TWh para 106,92 TWh(Terawatts-hora).

A CCAF (Centro de Finanças Alternativas da Universidade de Cambridge) criou a plataforma que mede o consumo de energia da bitcoin em tempo real. Os dados medidos são:

  • Registros,
  • Mineração,
  • Validade das transações na “Blockchain”
  • Todo processo dos produtos financeiros atrelados, como “stable coins e DeFis”.


Por fim, é importante lembrar que Terawatts-hora ou 1.000 unidades de Watt-hora, é a medida baseada do quanto necessita de energia para fornecer alimento a uma carga com potencial de 1 watt em uma hora.

A mais popular criptomoeda, a bitcoin disparou na cotação desde dezembro, aumento de 38%. Isto é, de US$ 23,1 mil, agora US$ 31,9 mil. Sendo que os dados dos últimos meses são de US$ 7,4 mil no início, chegando a quase US$ 32 mil no final do ano.

Sendo assim, passou demandas de países como as Filipinas, um total de 99,2 TWh e 109 milhões de pessoas.

Mineração de Bitcoin: O Consumo de energia em certos países.

Países que consomem mais energia no mundo, essa relação é um comparativo do gasto por cada país em relação às bitcoins. Que tem demanda de energia elétrica maior que alguns países com cerca de 100 milhões de pessoas.  Confira alguns exemplos:  Países x Terawatts-hora:

*China 7100TWh *Estados Unidos 4400TWh *Índia 1600TWh *Japão 1100TWh *Rússia 1100TWh *Canadá 654TWh *Alemanha 637TWh *Brasil 601,4TWh *Coréia do Sul 586,2TWh *França 576,6TWh *Paquistão 149,2TWh *Argentina 146,5TWh *Holanda 114,5TWh *Cazaquistão 107,6 TWh *Bitcoin (*) 106,92TWh *Bolívia 99,7TWh *Filipinas 99,2TWh                                                               

Dados (IEA dezembro/2018 a 08/janeiro/2021)

Diante dos resultados fica um alerta que, mesmo com alta tecnologia tanto os criptoativos, quanto bitcoin possa transformar radicais nas condições pré-existentes, para manter o ecossistema desse negócio o consumo de energia é alto e o meio ambiente sofrer grandes impactos. Isso por que qualquer pessoa pode comprar os equipamentos e “mexer” com bitcoin, mas consumo de energia no processo produtivo é de fato muito alto.

Fontes de energia

Fonte: Bitcoin

Embora novas fontes de energias renováveis como, a solar e eólica, estão ganhando espaço no mercado, mas ainda de forma vagarosa. Contudo, essas opções acontecem com mais frequência em países desenvolvidos, mas predomina os meios de energia não renovável com 57% em países membros OCDE, e 71% nos países que não são membros da Organização para a Cooperação e o Desen. Econômico (OCDE).

De acordo com dados do IEA, cerca de 66,3% da energia elétrica gerada no mundo é proveniente de combustíveis fósseis, como Gas natural, carvão, biocombustíveis e claro o petróleo sob demanda principalmente das residências, bem como o setor industrial.

Logo, com o avanço deste mercado existe a preocupação de um possível “colapso de energia” pois o processo pode não ser suficiente para dar conta da produção do bitcoin. Segundo alguns especialistas, a segurança de todo processo está na mineração.

Assim,como mencionamos, toda parte de validação das transações, bem como os registros do blockchain, ou seja, os ganhos são estão no chamado de mineração. Isso significa que a mineração é o coração de todo processo, é essencial e mantém tudo funcionando.

Mineração de Bitcoin: Controle dos gastos

No entanto, a mineração exige força computacional isso por que as transações, registros acontece em uma média de dez minutos, mas de acordo com especialistas existe todo um controle dos procedimentos para que continue sendo uma atividade rentável, inclusive no que diz respeito aos gastos com energia elétrica pois, deixa de ser vantajoso se o custo começar ficar muito alto.

Caso isso aconteça, os “mineradores” devem desligar os computadores, ou diminuir a força computacional ajustando o sistema para que diminua os valores, uma vez que é possível ajustar ou controlar tanto para cima quanto para baixo, para que esse processo de maneira que continue sendo rentável, inclusive existe indústria de equipamentos específicos, ou seja, processadores para o processo de mineração.

De acordo com o administrador Fernando Ulrich, numa declaração em 2018, dizia que seriam tarefas seriam realizadas em países de energia mais barata, como, china, Canadá, Estados Unidos e outros lugares, além disso disse que é difícil entrar colapso por falta de energia elétrica.

Contudo, o fato é que o bitcoin é um sucesso, fechou 2019 valendo US$ 7.177 (R$ 28.582,76), enquanto ano passado, encerrou cotada em US$ 29 mil, equivale a R$ 150 mil, e no dia 7 o bitcoin chegou a US$ 40 mil.\\

Gostou do nosso artigo? Então, não deixe de compartilhar em suas redes sociais, com os seus amigos e ainda com os seus familiares. Em seguida, aproveite outros conteúdos para entender melhor sobre finanças, investimentos e conhecer serviços como, por exemplo; cartões de crédito, conta digital e empréstimo, tudo aqui em nosso blog.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *