Mulheres na política; a importância delas no Brasil.

Mulheres na política: Um caminho longo e desafiador! Brasileiras precisam entender a importância em assumir cargos na política na luta por igualdades em diversas áreas.
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Mulheres na política, um tema tão importante e tão desprezado. A história das mulheres na política brasileira é longa e vem se construindo desde o Brasil colonial. Depois passou pela república, bem como a formação do estado democrático até os dias atuais.

No entanto, só se entende melhor essa luta após o direito de voto obtido pelas mulheres. Mas se passou pela cabeça de alguém que em algum momento esse processo foi fácil, essa pessoa se enganou.

As mulheres nos dias atuais devem comemorar por todas conquistas ao longo da história. Pois, ouvindo os relatos de nossas avós, através de artigos na internet ou filmes de época; se tem a noção de como era a vida das mulheres.

Onde não se permitia estudar, trabalhar fora, e não podia participar de decisões dentro da própria casa. Imagine então opinar em assuntos políticos, uma afronta.

Logo, muitas foram as conquistas das mulheres no Brasil, algumas pioneiras no combate a opressão ao sexo feminino, violência e luta pela igualdade.

Em nossa história muitos nomes deixaram suas marcas quebrando paradigmas na educação, na arte, dentro da própria casa; e na política. Esses foram movimentos de extrema importância na luta por um país melhor.

Um desses nomes marcantes que abriu caminho na política é da Antonieta de Barros no ano de 1932. Ela teve papel de iniciar a luta pelo direito das mulheres em votar e em poderem se candidatar. Luta que levou décadas até alcançar a vitória.

Porém, os desafios continuam, pois mesmo as mulheres sendo mais de 50% do eleitorado brasileiro, apenas de 10% têm representação política.

Mulheres na política; a conquista de espaço no Brasil.

Foi em 24 de fevereiro de 1932, que o Código Eleitoral assegurou o voto feminino no Brasil; no entanto, esse direito era concedido somente para mulheres casadas, que tivessem autorização dos maridos para votar, ou para viúva com recursos próprios. Mas essas limitações deixaram de existir dois anos depois, em 1934 quando o voto feminino passou a ser previsto na Constituição Federal.

Desde então, as mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço na política. Demostrando que têm plenas condições de exercer soberania popular que está prevista na Constituição de 1988.

No qual define a possibilidade de mulheres se candidatarem nas eleições com igualdade perante os homens.

Porém, as estatísticas mostram que a quantidade de candidaturas feminina é bem desproporcional. Ainda mais quando comparado ao número de brasileiras, que são mulheres aptas a votarem e serem votadas.

O Brasil precisa discutir ainda mais assuntos como este, a desigualdade entre mulheres e homens. Áreas de convívio entre os gêneros como o ambiente de trabalho, salas de aula ou num simples lazer de final de semana.

Algo muito parecido com que já tem sido feito, ainda mais nessa era digital. Onde muitos têm acesso a internet, é preciso expor todo tipo de “masculinidade tóxica” que ainda existe. Não apenas na política, mas em todas as áreas da vida.

A política e a contribuição para grandes mudanças

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De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O público feminino representou mais de 30% das candidaturas para as eleições municipais em novembro do ano passado. Logo, a quantidade de candidatas pode ser considerado um número baixo devido a totalidade de mulheres ativas no Brasil. Mas é um grande passo que tende a mudar se paradigmas continuarem sendo quebrados.

Mudar a mente das pessoas em relação atuação das mulheres na política; tem passado pelo mesmo processo de quando movimentos de lutas pela liberdade, igualdade e autonomia passou, e enfrentou dificuldades.

Principalmente em países como o Brasil, que muitos homens seguem matando mulheres por motivos banais, e fazem isso devido à falta de punições mais eficientes. Confira um exemplo de como o caminho a ser seguido ainda é longo. 

Certos homens e partidos, acostumados com privilégios e a cultura egoísta tentaram burlar a Lei 9504/94 alterada em 2009. Que obriga todos partidos ao preenchimento mínimo de 30% e máximo de 70% para candidaturas de cada gêneros.

No entanto, alguns partidos inscreveram candidatas fantasmas, mulheres sem envolvimentos políticos, que tiveram nomes envolvido sem consentimento.

Porém, nas eleições municipais passada não conseguiram devido as regras mais duras do TSE.

Sucesso das mulheres na politica

O mundo tem conduzido de maneira diferente no combate ao Covid-19, onde o nacionalismo de cada país está presente mais do que nunca. Muitos em busca da vacina, alguns contribuído com recursos financeiros ou materiais como máscara. E nessa luta contra o vírus a política tem demostrado que é uma ferramenta que pode transformar qualquer situação.

Exemplo disso, foram os países que lideram melhor no combate à doença têm na liderança mulheres. É o caso da Islândia, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, Nova Zelândia e Noruega. Em relatório mundial sobre igualdade de gênero do FEM (Fórum Econômico Mundial). Esses países apresentaram soluções para assuntos sociais e econômicos muito eficientes para minimizar os impactos causados pelo vírus. 

A posição do Brasil ocupou nesse ranking a 93ª posição, prova que o país precisa percorrer longo caminho. Assim, só de imaginar quantas coisas acontecem nos bastidores da política que impedem as mulheres de dar passos maiores. Deve servir como incentivo para mais apoio do próprio público feminino em movimentos que busca melhorar não só a política. Mas outras áreas que necessitam mais igualdade entre gêneros.

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