Nacionalismo global; a falta de união no combate a pandemia.

Competição dos países durante a pandemia trás preocupação de como será o mundo pós coronavírus.
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Fonte: Google

Os impactos sofridos pela pandemia do novo coronavírus, vai além de somente a saúde física das pessoas. A sociedade vive hoje mudanças que jamais imaginou. Isolamento social, desemprego, depressão, mas o pior é o grande número de mortes no mundo todo. Muitos não sabem, mas o mundo vive uma competição entre países, um nacionalismo global que só atrapalha no combate à doença.

Construir “muralhas” neste momento não contribui no combate ao vírus, e mesmo sendo um problema mundial. Desse modo, a falta de cooperação só irá dificultar ainda mais a vida de todos nós.

Como o mundo vem se comportando

Percebemos que cada país tem agido de uma forma diferente e isolada no combate a pandemia. Eles possuem medidas totalmente individualista. Na qual cada governante tem sua forma isolada de lidar com os efeitos da crise econômica, e no combate à doença.

Nada será como antes. Este vírus trouxe mudanças e algumas deve permanecer para sempre. Porém, o que mais preocupa, são os indícios de que viveremos em um mundo ainda mais nacionalista.

Nacionalismo global: individualismo entre nações

Nascer em um certo país, faz uma pessoa parte daquela nação, e essa identidade nos faz ter maior compromisso com a pátria amada.

Mas esse comprometimento deve existir não somente dentro do território nacional. Governantes de toda parte do mundo precisam se conscientizar que se todos os países se unirem, ao invés de seguir medidas individuais. Teremos respostas mais eficientes no combate à doença.

Diferentes países em busca da vacina

A doença já deixou muitos mortos pelo mundo, e por isso mais de nove países estão na corrida no desenvolvimento da vacina contra a Covid-19.

O mundo vive uma grande expectativa de quando a vacina de fato estará disponível. Vários países estão em fase de testes em humanos.

Em 18 de novembro a farmacêutica Pfizer, e a companhia de Biologia Biontech; anunciaram bons resultados na fase três de teste da vacina, e apresentou eficácia de 95% contra a doença.

Bem como, outra que está na disputa é a companhia chinesa, a Sinovac. O antídoto que está sendo testado no Brasil, pelo instituto Butantã, trouxe esperança, pois gerou anticorpos contra a doença. Foram feitos testes em vários voluntários.

Isso nos leva ter mais esperança e acreditar que em meio as brigas pelo mundo por poder, a vacina totalmente eficiente pode estar muito próxima.

Enquanto os testes são realizados, e a ciência tem seus avanços, a doença se espalha e os números voltaram a crescer em todo mundo.

Nacionalismo global: Crises e disputas

Fonte: Goolge

O combate individual a pandemia, tem trazido crises entre vários países. E as causas são diversas, são muitas as críticas de como cada país tem combatido a doença.

Um Exemplo disso foi quando os casos na Itália dispararam. O governo Italiano pediu ajuda a outros países vizinhos, principalmente ajuda com equipamentos e remédios.

Mas alguns países não fizeram a exportação. Alemanha por exemplo, não prestou ajuda. Este não é um bom momento para falta de solidariedade não é mesmo?

Existe também um “projeto” entre os membros da união Europeia, um acordo de prestar ajuda os países mais afetados pela pandemia. Mas, alguns países como, Holanda, Alemanha, Áustria e Finlândia não aceitaram e se opuseram.

China aproveita brecha

A china depois de controlar o coronavírus, resolveu prestar ajuda a outros países. Foi o que aconteceu no período crítico da Itália, onde foram enviadas muitas máscaras e medicamentos.

Pequim também ajudou a países como Roma, enviando medicamentos e testes da doença.

Mas, especialistas em relações internacionais, afirmam que a china aproveitou o “buraco” deixado pelos Estados Unidos. Isso devido a política adotada pelo então presidente Trump.

Mesmo sabendo que por trás de tanta solidariedade existe interesse político, foi uma atitude muito nobre.

Nacionalismo global: Todo mundo perde

O fato é que brigas por poder, individualismos como a política externa dos Estados Unidos, a América First; que afirma o nacionalismo americano, não contribui em nada no combate à doença.

A política adotada na administração do presidente Donald Trump, mostra como pode dificultar a relação em todos os aspectos.

Principalmente, em um momento como este, em que os países deveriam se unir na luta contra a COVID-19. Mas, o cenário é outro, percebemos exatamente o oposto. Os países estão mais preocupados com as disputas, e não com cooperação.

Nacionalismo global: Conclusão

Porém, seguimos cheios de esperança e ansiosos pela chegada da vacina. Mas também preocupados de como será essa distribuição pelo mundo.

Prestar ajuda com envio de medicamentos e alimentos, ou qualquer outra ajuda humanitária, deve ser prioridade por todos os governos do mundo. Mas sabemos que não é bem assim que funciona.

E que em meio a tantas disputas, atitudes como a que a China teve, logo após o surto da doença, em que dividiu conhecimentos e solidariedade com outros países, sejam adotadas por todo o mundo.

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