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Open Banking em 2022: consumidores querem mais serviços e mais cartão de crédito 

Com a facilidade para adquirir serviços, consumidores pressionam bancos por cartão de crédito. Continue aqui e saiba mais.

Open Banking em 2022
Fonte: Google

Com o avanço da tecnologia e a unificação e compartilhamento dos serviços financeiros, é cada vez mais fácil efetuar a contratação de crédito. Assim, aqueles procedimentos arcaicos que envolviam pilhas e pilhas de papeis. Além do que, demoravam um século (exagero) para serem concluídos. São cada vez menores, fazendo com o que o consumidor mude o hábito de contratar serviços e crédito. Nesse rumo, com pouco mais de um ano de implementação no Brasil, a modalidade de compartilhamento de dado financeiros: Open Banking em 2022, deve tornar o consumidor ainda mais exigente. 

Afinal, o BC – Banco Central, idealizador do projeto, se mostra animado quanto a aceitação dos consumidores brasileiros. Já que, 65% dos usuários que possuem conta em bancos e utilizam celulares demonstram a intenção de compartilhar dados.

Mas este ânimo no compartilhar de dados financeiro trazem um único interesse: acessar melhores taxas nos serviços contratados.  Foi esta a realidade trazida por uma pesquisa recente sobre o assunto.

Desse modo, as instituições financeiras terão que se esforçar para conquistar a permanência de seus clientes. Uma vez que, os brasileiros querem mais cartão de crédito e menos taxas. Nesse rumo, trouxemos uma análise sobre este cenário baseado na pesquisa. 

Portanto, se você está incluso ou oferta serviços financeiros, com certeza, compreender mais sobre o assunto pode ser uma grande jogada de mercado ou de consumo. Vamos lá!  

O pode do Open Banking em 2022 

O projeto de compartilhamento de dados criado pelo BC, permite que usuários de várias plataformas possam compartilhar dados financeiros. Ou seja, o histórico de crédito em uma determinada instituição financeira.

Por exemplo: relação de financiamento, limite de cartão de crédito, renda mensal entre outros. Assim, a antiga relação de fidelização de crédito, que as empresas tinham como foco para agarrar o consumidor, passa a ser transferível para outras sem qualquer problema. Sendo assim, aquele limite “maravilhoso” para aquisição de empréstimo consignado, empréstimo pessoal, empréstimo com garantias ou financiamento imobiliário. Por exemplo, pode ser utilizado em outro banco ou financeira que apresente taxa e juros MENORES ou mais FLEXÍVEIS para o consumidor.  

Nesse rumo, desde 13 de agosto de 2021, os consumidores têm a opção de compartilhamento desses dados. De maneira que, o Open Banking em 2022 possa aumentar a possibilidade de adquiri crédito com mais vantagens, não para a instituição, mas para o consumidor em si.  

Os dados pertencem ao consumidor  

Em confirmação aos dados da pesquisa, no Brasil, clientes de bancos tradicionais e fintech, demonstram o desejo de compartilhamento desde que a instituição financeira apresente vantagens. Assim, não importa se o banco é tradicional ou digital, o que pesa na hora da contratação – segundo a pesquisa, é o acesso flexível de taxas, juros e serviços de crédito.  

Desse modo, os dados financeiros atrelados ao usuário e/ou CPF, não pertence a instituição financeira, mas ao indivíduo ao qual é vinculado o CPF ou usuário. Portanto, as instituições financeiras não podem impedir os consumidores de optarem pelo compartilhamento.  

Nesse rumo, um dado importante trazido por especialista em serviços de estruturação de compartilhamento por bancos. Afirmou que, o usuário deve se manter atento quanto ao contexto do Open Banking em 2022, visando um efeito mais amplo do projeto no Brasil. Para que os efeitos não vejam limitados, como ocorreu no Reino Unido e EUA.  

Os desafios em enxergar as vantagens 

Open Banking em 2022
Fonte: Google

No Brasil o que ocorre é a falta de visibilidade das vantagens ao compartilhar os dados financeiros. Talvez, segundo especialistas da área, as instituições ainda não tenham o foco em compartilhar suas vantagens e serviços. Portanto, é comum observar os usuários fazerem uma confusão entre aquilo que é serviço e o que é projeto.  

Por exemplo, o PIX, o sistema de pagamento instantâneo é um dos vários serviços propostos pelo sistema de banco aberto (Open banking). Uma vez que, as instituições possam se comunicar sem barreiras ou restrições na comunicação em tempo real.

No entanto, segundo o relatório, o PIX acabou criando uma espécie de “commodites” no acesso ao pagamento e transferência de recursos.  

Conclusão

Ou seja, as instituições financeiras, bancos e fintech, acabam tento um trabalho a mais para conquistar seus clientes e, portanto, o poder da informação pode ser a opção para o sucesso.

Por fim, o relatório demonstra que a satisfação do cliente com a oferta de serviços é um dos maiores pontos para o Open Banking em 2022.

Nesse sentido, os dados demonstram que, cerca de 25% dos entrevistados relatam possuir 5 ou mais contas bancárias em instituições diferentes. Assim, coisas simples como exclusão de tarifas ou adesão são consideradas importantes.  

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