Pesquisa do IBGE aponto aumento de 77,7% no salário feminino

Um estudo feito pelo IBGE, apontou que a diferença salarial entre homens e mulheres vem caindo significativamente. Fique por dentro!
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Fonte: Google

Segundo a pesquisa do IBGE, revelou que apesar de algumas mulheres ganharem menos do que os homens no mercado de trabalho esta diferença vem caindo durante o tempo. De acorodo, os dados apontam as mulheres obtiveram uma média alta de aproximadamente 18% no pagamento entre os anos de 2019 até mês de abril deste ano, caracterizando o dobro resultado obtido pelos homens que apresentou 8,64%.

O salário das mulheres, durante os anos de 1998 para 2018 apresentou alta de R$ 3.232 a R$ 3.814. Todavia o salário dos homens passou de R$ 4.070 para R$ 4.422; dessa forma a pesquisa do IBGE aponta que, embora a diferença entre mulheres e homens tenha diminuído de 21% para 14%. Algumas profissionais ainda ganham bem menos que os homens no Brasil, este avanço se notou no salário das mulheres. Contudo, ainda existe um longo caminho pela frente para que este percentual se torne cada vez menor.

Os motivos pelo qual ocorreu este desenvolvimento na renda de algumas mulheres é o fato de que muitas profissionais passaram a ter uma maior representatividade nas empresas e também diante do público masculino quando comparamos os níveis de escolaridade por exemplo. Sendo assim, em alguns níveis, as mulheres são maioria, porém, em alguns poucos casos essa diferença salarial não teve aumento; justamente pelo de que algumas áreas costumam ser lideradas por homens.

Com relação a pós-graduação, as profissionais passaram de 57% a 67% e com relação a profissionais com ensino superior passaram de 56% para 59%. Inclusive no ensino profissionalizante ou como muitas pessoas conhecem ensino técnico, pois até pouco tempo estes ambientes eram em sua grande maioria habitado por homens e atualmente é dominado por mulheres.

Filhos e salários menores

A renda das mulheres que têm filhos chega a um total de 35% menor que os das mulheres que não tem filhos. O que demonstra um impacto negativo das empresas em relação a maternidade em algumas empresas. Inclusive o setor de RH conta como ponto negativo mulheres com filho. Ainda segundo a pesquisa do IBGE feita fez uma comparação com os salários de mulheres que estão em um casamento na faixa de idade de 25 a 35 anos; as mulheres deste grupo recebem em média R$ 2.182,06 durante o mês; ao contrário de mulheres solteiras com filhos que recebem em média R$ 1.618,47.

A desigualdade se torna ainda maior quando a profissional tem mais filhos, ou seja, quanto mais filhos menores será a renda. Por exemplo uma profissional que é mãe de 3 filhos ganha em torno de R$ 1.426,53, para os especialistas essa diferença não deveria existir; pois uma profissional com três filhos possui um comprometimento muitas vezes maior que uma homem, quando recebe uma oferta por exemplo.

As mulheres, possuem um históricos de serem em muitos casos, mais escolarizadas e despostas a fazer cursos na própria empresa para obter mais conhecimento sobre a empresa em questão; algumas  profissionais com idade entre 35 e 38 anos tendem a buscar cursos de especialização em suas áreas. Enquanto alguns homens só fazem estes tipos de curso caso necessário ou se as suas empresas pedirem, este fatores são muito importantes quando levamos em consideração promoções para cargos elevados dentro de uma empresa por exemplo.

Mulheres gastam mais tempo com afazeres domésticos segunda o pesquisa do IBGE

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Fonte: Google

Segundo uma pesquisa feita pelo IBGE em 2019, apontou que as mulheres acumulam pelo menos 18 horas durante da semana com afazeres domésticos ou cuidando de pessoas dentro de suas casas, entre filhos, idosos e até animais de estimação. Contudo, alguns homens gastam em média 10 horas com estes mesmos cuidados. Ainda segundo a pesquisa as empresas informam que devido ao horário reduzido de trabalho feito por algumas mulheres seus salários são suficientes.

Porém, existem mulheres que abdicam de suas carreiras para se dedicar aos afazeres domésticos ou procuram trabalhos com jornadas de trabalho menores para poder ter horários mais flexíveis e poder otimizar o tempo com trabalho, estudo e cuidados com casa e filhos. Entretanto, mesmo com horários de trabalho reduzidos, as mulheres acabam trabalhando um pouco mais que os homens.

Segundo a pesquisa aponta que as mulheres trabalham cerca de 54,4 horas semanais, enquanto os homens acabam trabalhando em torno de 51,4 horas durante uma semana. Todavia, este cenário vem mudando com o passar dos tempos. Por exemplo com o home office tanto mulheres como homens acabam trabalhando no mesmo período de tempo. Ainda há algumas mulheres que quando terminam o home office, ainda enfrentam as jornadas de trabalho em casa.

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