Setor de serviços não começou o ano bem

Os números de casos da Covid-19 não param de crescer em todo país, e os setores da economia continuam sendo prejudicados. Confira!
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Fonte: Google

É provável que você leitor já tenha ouvido falar sobre setores da economia, mas nem todos sabem as características de cada um deles. Neste artigo iremos dar mais detalhes, inclusive falar como ficou o setor de serviços. Que voltou a cair em janeiro e está cada vez mais distante do nível pré-pandemia.

Então, quando ouvir falar em setores da economia, saiba que são atividades econômicas de um país e as classificações. Ou seja, a maneira de organizar cada atividade desenvolvida; E se dividem em três setores: são eles: Primário, Secundário e Terciário, e cada setor possui atividade própria que gera riqueza para qualquer países.

Setor primário: Este é constituído por atividades não urbanas, envolve extração ou produção de matéria-prima. Fazem parte agricultura, pecuária e extrativismo (vegetal, mineral e animal). Então, podemos dizer que são atividades ligadas na maior parte ao campo. Assim, este é o setor que gera os produtos chamados de commodities (milho, café, soja, carvão, ferro, madeira etc.).

Setor secundário: Constituído por uma única atividade econômica, a indústria, responsável pela transformação da matéria-prima. Enquanto o setor terciário é mais abrangente, composto pelas atividades liberais, também chamado de serviços. Envolve o comercio, bancos, advogados, médicos, ou simplesmente alguém que  oferece seus serviços ou produtos no mercado informal.

Setor de serviços não teve um bom começo de ano. 

O mundo vive momentos de expectativas a respeito da vacina; e as notícias sobre a eficácia de algumas tem deixado o mercado de forma geral “meio azedo”. Mas, enquanto não tivermos a vacina mais eficaz e para toda população; a tendência é que o mercado financeiro se mantenha um pouco mais reservado e os setores da economia também. Logo, a confiança no setor de serviço voltou a cair, devido tantas incertezas causadas pela pandemia.

De acordo com economista Rodolpho Tobler do IBRE (FGV), o mês de janeiro não foi bom para o setor de serviços. E isso se deve pela queda no volume de serviços realizados; assim como as expectativas para os próximos meses. As preocupações não são infundadas; afinal o ICS (Índice de Confiança de Serviços) recuou 0,7 ponto no mês anterior. Ficando em 85,5 pontos, além disso houve queda no índice de outros seguimentos.

ISA – S (Índice de situação atual), queda de 0,7 ponto e foi para 80,0 pontos, paralisando a tendência de alta que vinha desde maio de 2020; outro que recuou foi o IE – S (Índice de Expectativas) 0,7 ponto, ficando em 91,3 pontos, menor valor desde julho. Enquanto o NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) aumentou 0,9 ponto percentual, ficando em 83,4%, maior em seis anos.         

Os novos rumos

Ainda, em janeiro, a diferença entre componentes que fazem parte do índice de confiança e serviço, os índices ISA e IE, diminuiu 11,4 pontos, queda que já havia iniciado em novembro do ano passado. Em comparação interanual, teve alta considerando a diferença de 8,0 pontos em janeiro de 2021. Devido a pandemia, as expectativas são tão baixas que o ISA – S foi maior que o IE no mês de abril.

Mas conforme empresas de serviços foram iniciando o processo de recuperação; o Índice de Expectativas deu início ao crescimento de forma mais intensa do que Índice de situação atua. A partir do meio do ano (junho), diferença que chegou a 18,3 pontos no mês de setembro. No entanto, houve nova queda nas expectativas devido a tendência de alta gradual com a insatisfação de muitas empresas com momento, resultando saldo entre os índices em 11,4 pontos.

Além disso, fatores como o aumento nos casos de covid e o fim dos programas do Governo; como auxílio emergencial e programa emergencial de emprego, contribuíram para que o setor recuasse o desempenho. Certamente são fatores que deixam os consumidores mais cautelosos, o resultado é a redução no consumo de certos serviços e deixa o setor mais distante do nível pré-pandemia.

Altos e baixos

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Desde o começo da pandemia o setor de serviços tem passado por muitos altos e baixos. Em julho do ano passado teve melhora comparando com meses anteriores. Recuperação que ocorreu devido a reabertura de muitos estabelecimentos, como os restaurantes, que tiveram pequeno alívio depois de meses sem poder funcionar. E mesmo com as novas medidas, dos cuidados e mudanças de horários, as empresas ficaram animadas com retorno de parte das atividades.

Embora o setor tenha apresentado crescimentos, não tem sido suficiente para recuperação de antes da pandemia, e deve permanecer por algum tempo pois o momento ainda é bastante delicado. Dados que preocupam economistas que afirma que existe muita coisa pela frente, por isso as aprovações de reformas do governo são urgentes para a economia num todo, reformas essas que deve ocorrer em breve.

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