Pensando na troca ou compra do seu carro zero?

Em meio a tantas incertezas consumidores que pretendem trocar de carro ou comprar um novo, precisam analisar diversas situações. Leia este artigo até o final e fique por dentro de tudo.
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Fonte: Google

Geralmente as pessoas que pretendem trocar de carro, realizam a troca quando os gastos com manutenção começam surgir, e vão aumentando cada vez mais. Ainda de acordo com especialistas deste ramo, antes disso não há necessidade de trocar ou comprar um carro zero, ao menos que seja um desejo pessoal ou simples capricho.

No entanto, durante a pandemia as vendas aumentaram mesmo com a crise econômica que o Brasil vivencia. Mas esse comportamento se deve ao fato de as pessoas terem medo de usar o transporte público e optarem por se locomover de maneira mais segura, além de evitar aglomeração. Por isso o carro se tornou também um aliado no combate à doença.

Mas o cenário de incertezas com a crise na economia causada pela pandemia traz alguns alertas. P

or exemplo em relação a renda pois, é grande o número de pessoas que perderam o emprego e, com risco de uma segunda onda da Covid-19, algumas cidades já anunciaram o fechamento do comércio.

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Então mais empresas podem passar por dificuldades e novas demissões deve surgir.

Porém, de acordo com uma pesquisa realizada pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), encomendada pela “Web Motors”; apontou que 96% das pessoas que responderam ao questionário têm a intenção de trocar ou comprar um carro ainda no primeiro semestre deste ano.

Mas fica o alerta da necessidade de tomar certos cuidados, para conseguir bons negócios e garantir a realização do sonho.

Projeções para o mercado em 2021.

A pesquisa que a Anfavea realizou foi com 2.103 pessoas, usuários que navegam no site da Web Motors, e indicou certo otimismo para 2021.

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Afinal já havia boas perspectivas em novembro, quando a indústria automobilística apresentou melhor resultado. Mas ainda com efeitos ruins da pandemia como em outros setores da economia, e alguns desses “amargam” perdas que ainda não puderam ser recuperadas.

A estimativa de vendas para o ano passado era de 1,9 milhões de carros. Para este ano as projeções são de 2,2 milhões a 2,4 milhões de veículos.

São dados de uma consultoria “Jato Dynamics”, estes números indicam que as vendas de carros novos (zero) devem crescer de 16% a 26%, de acordo com as estimativas para 2021.

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Provavelmente as projeções mais otimistas são as mesmas que o mercado tinha feito no início do ano passado. Assim como os outros setores (serviços, comércio, eventos etc.) que deve estar buscando inovações.

Além de várias alternativas para diminuir as quedas nas vendas; bem como se recuperar do ano complicado que a economia mundial teve, principalmente os países emergentes.

Ter um Carro zero ou andar de Uber?

Certamente ter um veículo disponível na garagem de casa deixou de ser luxo. Para muitos brasileiros é o instrumento de trabalho, o meio de transporte. Além da facilidade e comodismo que ninguém espera abrir mão.

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Porém, devido a situação de muitas famílias, comprar ou trocar de carro pode não ser o melhor momento, e escolher andar de transporte via aplicativo (Uber), ou alugar um carro.

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Logo, com essa última opção o usuário fica livre de despesas como: manutenção, IPVA, seguro, além da desvalorização do veículo; e ainda pode “pegar” um carro diferente todos os anos.

Além disso, de acordo com avaliação feita pelo coordenador do MBA da área automotiva da FGV (Antônio Jorge Martins). Justamente devido à crise, concessionárias não possuem grande estoque de veículos, por isso a margem para negociação de preços ficou bastante limitada.

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Ainda de acordo com Martins, afirmou que carros não estão com bons preços, afinal as montadoras realizaram reajustes pela falta de insumos e componentes por conta da alta do dólar. As projeções para alta da moeda americana são não subir tanto e tem chances inclusive de redução. Contudo, vale à pena aguardar mais um pouco e acompanhar o comportamento do mercado.

Carro zero: Juros de financiamentos

Fonte: Google

A Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), informou que teve um recuo de 7,6% nos recursos totais liberados no terceiro trimestre do ano passado, comparando com mesmo período de 2019. Sendo assim, as instituições financeiras das montadoras financiaram o volume que corresponde a R$ 107 bilhões neste intervalo.

Com a queda da Selic (taxa básica de juros), os juros dos financiamentos de carros também ficaram mais baixas no ano passado.

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Logo, a taxa média para compra de um veículo caiu de 21,2% a.a., no início de 2020 para 20% a.a. no mês de novembro, de acordo com dados do Banco Central.

Para 2021, taxas de empréstimos e financiamento de veículo deve ter leve alta. Mas nada que atrapalhe os planos de quem pretende trocar ou comprar um carro zero.

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Contudo, especialistas indicam que os consumidores analisem bem a situação, que não assumam um endividamento que não seja compatível com a renda.

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Principalmente devido o momento que é de muita incerteza em relação a emprego no Brasil. Ainda informam que esse tipo de dívida, não pode comprometer mais que 30% da renda mensal.

Além disso, é bom verificar se há necessidade de trocar ou comprar outro carro neste momento, bem como analisar preços, se possível consultar em pelo menos 3 lojas.

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