Ações da Smart Fit disparam mais 30%, em estreia na B3.

Em sua estreia na B3, as ações da Smart Fit atraem investidores. Fique por dentro!
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Ações da Smart Fit disparam
Fonte: SmartFit

As ações da Smart Fit, dispararam em estreia na bolsa de valores paulista nesta última semana. As ações da empresa subiram cerca de 34,78%, saindo por R$ 31. Segundo apontam os analistas, mesmo com vários desafios de governança, a oferta da empresa tem grandes hipóteses de movimentar cerca de R$ 3 bilhões.

A empresa foi criada em 2009, com objetivo de democratizar o acesso à prática de atividades físicas de alto desempenho com planos acessíveis para um público variado, a companhia tem como missão transformar o complicado em simples, ou seja, os seus clientes ganham mais comodidade, sem burocracia que vão de serviços online ao autoatendimento nas unidades espalhadas pelo Brasil.

As ações da smart fit, possuem um grande potencial de crescimento, além de ser considerada única na América Latina a empresa atraiu bilhões de reais de acionistas interessados na oferta inicial de suas ações. Muitos economistas explicam que, a rede de academia conta com uma escala dificilmente alcançada pelos seus concorrentes, devido à liderança que possui no mercado do seu segmento.

A rede de academias, tem a maior taxa de crescimento anual em receita, por exemplo, no ano de 2017 e 2019 o crescimento da smart fit foi de 63%, diante de 26% das concorrentes. Por isso, muitos analistas recomendam participação na oferta das ações da smart fit, pois o seu retorno é bastante atrativo. Leia mais abaixo!

Crescendo na crise

A companhia, tem se movimentado de uma maneira bastante agressiva desde que a pandemia do novo coronavírus chegou por aqui. Segundo afirma o CEO da Smart Fit, Edgard Corona, os concorrentes da rede de academias enfraqueceram seus rendimentos com a crise econômica, porém a empresa continuou o seu crescimento.

Em 2021, a empresa comprou uma rede de 27 academias da Just Fit e também da rede mexicana Sports World, que tinha na época da aquisição 57 unidades.

Entre os fatores que contribuíram para o crescimento da rede de academias estão: a concorrência menor e mais enfraquecida devido à crise sanitária e na economia, segundo analistas do segmento, a companhia tem potencial suficiente para chegar a 5 milhões de clientes ativos até meados de 2025, mas nem tudo são flores, antes do IPO a smart fit tinha um endividamento de 3,3 vezes o Ebtida projetado pelo seu setor financeiro para este ano.

Contudo, a captação, o enfraquecimento das concorrentes e as novas aquisições contribuíram com o plano de crescimento e pagamento das dívidas e desse modo aumentando o interesse dos investidores pelas suas ações. O que é mais relevante neste investimento, é que no pós-pandemia, quando a população estiver vacinada a empresa deverá crescer ainda mais.

IPO das Ações da Smart Fit

As ações da Smart Fit, tiveram a sua oferta fixadas a R$ 23, levantando 2,3 bilhões, um ótimo número para ações que estreiam na B3. A companhia planeja utilizar os seus recursos do IPO para abrir novas unidades e também comprar mais redes de academias adicionais, os coordenadores do IPO da Smart Fit foram, Morgan Stanley, BTG Pactual, Santander Brasil, Banco ABC Brasil e Itaú BBA.

Segundo economistas, houve uma subscrição da totalidade da oferta com base de 100 bilhões de ações, o que totalizou R$ 2,3 bilhões, depois que a oferta foi feita o capital social da Smart Fit passou para R$ 2,625 bilhões, dividido em 571.242.289 papéis na B3.

As ações começaram a ser negociadas no segmento do Novo Mercado da B3, nesta última semana, entre os poucos riscos que existem no investimento das ações da rede de academias, está o envolvimento do fundador e CEO da companhia, Edgard Corona, que está envolvido em uma ação judicial, que segue em processo no Supremo Tribunal Federal-STF.

Riscos minoritários

Ações da Smart Fit disparam
Fonte: SmartFit

Embora a rede de academias, tenha tido avaliação positiva o assunto mais comentado, depois da oferta pública, é a recente notícia sobre um processo movido por investidores em conjunto com ADV Esporte, responsável por 8% do faturamento total da rede de academias e mais 3% das lojas.

O sócio da empresa, Adalberto Valadão pediu o bloqueio da parte que responde às suas ações da companhia no IPO, além de mencionarem as supostas irregularidades nas contas da ADV Esporte, que conta com apenas representantes da Smart Fit em sua gestão. À vista disso, a Comissão de Valores Mobiliários-CVM questionou a empresa sobre o motivo da briga judicial não ter sido revelada ao mercado.

A empresa respondeu que, segundo foi acordado com os cotistas, que os mesmos teriam direito aos papéis da Smart Fit no IPO e que os sócios da ADV não teriam mais direito sobre essas cotas, assim, a disputa não teria impacto algum sobre a operação. Ainda segundo Adalberto, o contrato foi renovado, porém, não foi reconhecido pelo CEO e seus sócios, mesmo com este impasse, os analistas do setor afirmam que, os riscos citados não fazem da companhia, um investimento ruim!

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