Dólar fecha em alta após o anúncio da reforma tributária

Dólar fecha em alta, segundo analistas este é o resultado da proposta sobre a reforma tributária. Fique por dentro!
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Dólar fecha em alta
Fonte: Google

O dólar fecha em alta, nesta última semana do mês de junho após o governo noticiar mais detalhes sobre a reforma tributária, relacionados aos dividendos pagos para os investidores. A cotação da moeda americana tem oscilado bastante desde o início de 2021. Além, da reforma tributária, muitos economistas atribuem esta oscilação a crise financeira trazida pela pandemia do novo coronavírus, que se recupera aos poucos.

No entanto, a moeda brasileira segue desvalorizada, principalmente quando relacionamos à sua posição frente ao dólar no mês de outubro de 2018, quando o então presidente do Brasil foi eleito, e o dólar estava valendo menos de R$ 3,70. No mês de janeiro do ano passado, antes da pandemia do novo coronavírus chegar trazendo a crise na economia a moeda americana valia R$ 4,01.

Ao longo da pandemia da covid-19, a moeda americana chegou a patamares relativamente altos por exatas duas vezes chegando a valer R$ 5,80 no primeiro pico da onda do novo coronavírus. Contudo, o Dólar fecha em alta não é nenhuma novidade para os economistas que acompanham as oscilações da moeda no mercado financeiro.

Tendo em vista, que o Governo entregou mais uma nova proposta da reforma tributária com uma expansão da faixa de isenção do IR da pessoa física que atualmente é de R$ 1.903,98 deverá passar para dois mil reais aproximadamente. Sendo assim, como mencionamos o Dólar fecha em alta não foi uma novidade para os economistas não apenas com a proposta, com o conjunto de muitos fatores. Leia mais abaixo!

Enfraquecimento da moeda-americana

Umas das principais preocupações dos analistas sobre o setor financeiro é em relação a taxa de juros, que foi estabelecida pelo federal reserve na última reunião, o federal reserve tem como costume decidir o comportamento da economia do Estados Unidos com base nos cenários que envolvem o dólar.

Sabemos que a economia global tem passado por muitas mudanças, inclusive em suas políticas monetárias. A crise financeira provocada pela pandemia da covid-19, segue sendo sanada aos poucos nos países mais ricos. Em 2020, as instituições financeiras em conjunto com os governos passaram a criar estímulos para a economia, mantendo a taxa de juro em níveis baixos para evitar um colapso financeiro no mundo.

Tendo em vista os estímulos com empréstimos menores, por exemplo, os empresários de muitos países contaram com este e demais estímulos para poder investir mais nas empresas, consequentemente nos consumidores de certa forma com o objetivo de manter a economia aquecida.

2021 aumento de atividades econômicas

Com a chegada da vacina, houve um alta na atividade econômica que começou a ser observada com um certo otimismo pelos economistas de vários países, onde a pandemia do novo coronavírus começou a enfraquecer devido a aceleração na vacinação. Entretanto, este aumento deverá ser administrado com cautela, pois o aumento inflacionário pode agravar a crise financeira que apesar de estar se recuperando ao poucos, ela ainda existe!

Portanto, inflação nas alturas pode ser o mais novo problema para a economia, pois isto significa que o aumento nos preços pode reduzir o padrão de vida de muitos consumidores, se não houver aumento salarial em sintonia com a inflação. 

À vista disso, para manter a inflação controlada muitos analistas explicam que os bancos centrais costumam encarecer os gastos dos empréstimos aumentando a taxa de juros. Logo, os economistas acreditam que o federal reserve deverá aumentar as suas taxas de juros, devido a recuperação da economia nos EUA.

Dólar fecha em alta

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O dólar fecha em alta de 0,67%, com cotação de R$ 4,938 para venda no valor de R$ 4,937 para compra na bolsa, sendo assim, muitos acionistas atribuem esta alta, a segunda proposta da reforma tributária que foi entregue no congresso nesta última semana. Segundo a proposta, devem haver alterações na tributação dos investimentos.

Consequentemente, o dólar mostrou algumas oscilações com esta notícia, já as moedas de países emergentes mostraram uma queda ainda mais preocupante. Portanto, a semana se encerrou com o dólar abaixo de cinco reais no quarto pregão consecutivo. Segundo o economista- chefe da Necton Corretora, André Perfeito este aumento da moeda americana demonstra o descontentamento dos investidores estrangeiros com a nova proposta, que levou a moeda a R$ 4,97, levando o índice Ibovespa a cair para aproximadamente 2 pontos percentuais.

Atualmente, nos Estados Unidos a renda retrocedeu dois pontos percentuais no mês de junho deste ano. Todavia, os custos pessoais se mostraram estáveis em comparação ao ano passado, aumentando menos de 0,1%. Os custos pessoais é um dos indicadores usados pelo Federal Reserve como principal referência para medir a inflação americana.

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