Estratégias de alocação de ativos para o perfil agressivo!

Neste artigo, você entenderá um pouco mais sobre estratégias de alocação de ativos para investidores que tem o perfil agressivo. Fique por dentro!
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Estratégias de alocação de ativos
Fonte: Google

Elaborar estratégias de alocação de ativos, é importante para o sucesso de aplicações a curto prazo. Embora, também seja um conceito essencial no trabalho de analistas de investimentos e de investidores mais agressivos, este é um assunto ainda pouco discutido no país. Dentre as categorias de investidores que existem, o investidor agressivo é conhecido por buscar aumentar o seu patrimônio, mesmo que isto signifique correr riscos e enfrentar perdas ocasionais.

Para o perfil agressivo, o rendimento e o risco no investimento costumam ter uma tendência proporcional. Sendo assim, quanto maior for o risco, maior será o potencial de retorno. Portanto, o acionista agressivo está acostumado a eventuais quedas de preços dos seus papéis e inclusive aproveitam certos momentos de queda para adquirir mais papéis.

No mercado financeiro do país, iniciamos o ano com a bolsa sobre pressão devido à crise econômica, entre as piores do mundo, e os prêmios de renda fixa espelhando um pessimismo com a situação fiscal do Brasil e um período confuso acerca da vacinação. À vista disso, ter boas estratégias de alocação de ativos pode ser a saída, pois, neste segundo semestre as ações começaram a dar sinais positivos.

Segundo muitos economistas, a nossa bolsa é importante para muitos países desenvolvidos e a moeda brasileira deu um gás nestes últimos meses, logo, é fundamental ter boas estratégias de alocação de ativos tendo em vista que muitos investidores estrangeiros estão cuidadosamente voltando a investir no Brasil.

Olhando para o futuro, onde investir?

A economia do país, tem mostrado resiliência por isso, as projeções dos analistas para o fim do ano estão mais positivas, em especial com a avanço da vacinação. Ao observarmos a bolsa, a reabertura principalmente de centros comerciais; mercado financeiro; educacional e varejo físico seguem se recuperando, além do setor de commodities que continua a se beneficiar de uma forte demanda limitada.

Contudo, vale estar atento(a) aos riscos que estamos expostos, que incluem algumas incertezas ainda presentes relacionadas à pandemia do novo coronavírus e suas variantes, o aumento da tensão política, com os avanços obtidos na CPI da pandemia que acontece no Congresso e também a aproximação das eleições de 2022.

Estes fatores, são preocupantes não só as companhias expostas a outras economias, mas também aplicações internacionais através de fundos, ETFs e BDRs são extremamente importantes na composição de uma carteira de investimentos. Por isso, é importante traçar uma boa estratégia mesmo que se tenha um perfil agressivo.

Estratégias de alocação de ativos, para investidores agressivos!

Os investidores da categoria agressiva tendem a ter um apetite voraz pelo risco, consequentemente boas estratégias de alocação de ativos e uma sensibilidade maior sobre o cenário atual, embora estejam sempre visando proteger o seu capital a longo prazo. Alguns analistas costumam dividir o investidor agressivo em duas categorias.

O perfil destemido: para aqueles acionistas que aceitam os riscos, fazendo parte de suas vidas. Pois, para eles ter ganhos significativos é normal sofrer algumas perdas no processo. Portanto, se você se identifica com esse perfil recomendamos aplicações de 75% em renda variável, 15% em renda variável global seguido de 7,5% em inflação e 2,5 pontos percentuais em multimercado.

Já para os investidores que seguem o perfil energético que preferem um pouco mais de ação, aconselhamos aplicar 25% em multimercado, 21 pontos percentuais em renda variável global, 35% em renda variável, 10% em inflação, seguidos de 5% em prefixados e 1% em pós-fixados. Vale ressaltar, que as taxas podem variar conforme o mercado.

Estratégias de alocação de ativos
Fonte: Google

Cenário econômico na pandemia e depois da pandemia!

Este primeiro semestre de 2021, foi marcado por assuntos relacionados a vacinação no Brasil e no mundo, além dos muitos estímulos fiscais nos Estados Unidos. Não podemos esquecer da política monetária um tanto estigmatizadas, ou seja, de juros baixos e dos programas de aquisição de ativos através do Federal Reserve-FED que foram feitos com o objetivo de reanimar a economia.

Após este estímulo no cenário econômico e com os mercados de consumo, trabalho e indústria voltando gradualmente, os valores voltaram a subir. Logo, esta mudança começou a ser chamada pelos economistas de hot topic da economia mundial, porém, a pergunta que muitos deles andam fazendo é: quando será que tudo voltará de fato ao normal? Ou seja, qual o momento que presenciaremos um aumento dos juros e redução nas compras de ativos nos EUA? Sem estas respostas, o setor segue preocupado com os dados da inflação norte-americana.

Segundo uma pesquisa realizada pelos analistas, mostrou que a alta recente na inflação é mais um motivo para ficar atento(a) as possíveis mudanças, contudo, as projeções também mostraram que é esperada uma redução dos estímulos a partir de 2022, primeiramente os pacotes de aquisições de ativos, depois os juros.

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