ETF de criptos na bolsa: mais 130 mil cotistas no HASH11 

Com mais de 130 mil cotistas os fundos de criptomoedas já desbancam outros na B3. Continue aqui e saiba mais.

ETF de criptos na bolsa
Fonte: Bitcoin

Com o avanço da tecnologia e o aceleramento do universo digital global é comum notarmos vários setores se adaptarem e/ou passarem por mudanças para acompanharem as tendências. Nesse rumo, o setor de investimentos também se curvou as novas tendências e se rendeu as chamadas criptomoedas. Desse modo, a B3 viu o número de ETF de cripto na bolsa aumentar em tempo recorde. 

Desse modo, em pouco mais de 9 meses após a estreia na B3, o Exchange Traded Funds (ETF) HASH11 – da gestora Hashdex, veem deixando para atrás alguns fundos de índices tradicionais na bolsa brasileira. Vale ressaltar que estes índices são administrados por gigantes do universo do investimento.

Nesse rumo de sucesso, o HASH11 já superou o número expressivo de 130 mil cotistas superando o ETF BOVA11.  

Seguindo o curso das mudanças na atualidade, a HASH11 conseguiu colocar no bolso os 14 anos de caminhada e replica da carteira teórica do Ibovespa feito pela BOVA11 – atualmente em segundo lugar no ranking de queridinhos dos investidores.

Por isso, até aqui, podemos observar as alterações de mercado e tecnologia andam de mãos dadas. Sendo assim, para deixar você, querido leitor(a) – informados e atualizados, sobre tudo o que acontece no mercado de investimentos.

Nossos especialistas trouxeram um conteúdo explicando essa mudança e modulações das carteiras. Desse modo, não deixe de acompanhar os próximos tópicos e de se inteirar sobre estas movimentações nos investimentos.  

Vamos lá! 

ETFs e a B3  

O bolsa de valores do Brasil – B3, está sempre conectada as novidades relacionadas ao universo de investimentos. Nesse sentido, a B3 já possuía carteira de investimentos com ETFs, contudo, o mercado de investidores – ao tempo, não era tão expressivo com hoje em dia. Por isso, com a chegada de novos fundos a bolsa percebeu as mudanças com mais clarezas.

Assim, no último relatório – boletim ETFs da B3, os resultados dos índices formam surpreendentes para o número de cotistas na categoria em 2021. 

Logo, essa realidade é refletida pelas mudanças externas promovidas pela sociedade e sua evolução digital. Portanto, com o aumento no interesse de investidores relacionados aos ETFs de cripto na bolsa, a B3 passou a possuir outras carteiras com mais peso e presença.  

Assim, antes da estreia da HASH11 na B3, outros fundos; BOVA11 e IVVB11, oscilavam no posto de queridinho dos investidores no primeiro posto.

Nesse sentido, segundo relatório da B3, o ETF com maior número de cotistas era o BOVA11 em 2019, que possuía mais de 40 mil investidores naquele ano. 

HASH11  

Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Índice (HASH11), teve sua grande estreia em 2021, 26 de abril do mesmo ano, após a grande procura de investidores por ETF de criptomoedas. Assim, em pouco tempo, o ETF de criptos na bolsa se tornou o mais valorizado. Dessa forma, com a grande procura o fundo conquistava mais de 20 mil investidores.  

Seguindo o fluxo de evolução, a HASH11, teve números expressivos, segundo dados da B3: mais de 61 mil investidores em abril, 55 mil em maio e 25 em junho.

Mas conforme a expectativa do mercado, os ganhos de investidores foram diminuindo. Entretanto, qual seria o segredo do sucesso do fundo?  

Analistas do mercado de cripto, avaliam que o fundo cresceu devido a um movimento no mercado de moedas digitais. Ou seja, o mercado de cripto geralmente sofre variações e apresenta um ciclo há cada 4 anos. Sendo assim, os movimentos de altas ocorreram nos anos de 2013 e 2017, seguindo o clico, em 2021 uma nova alta surgiu.  

Conclusão  

ETF de criptos na bolsa
Fonte: Criptomoedas Bitcoin

Por este motivo, a HASH11, que estreou naquele ano, teve muitos investidores, além disso, pontuais mudanças e especulações sobre a adoção de moedas digitais em 2021 por vários governos. Com certeza, impulsionou o interesse de investidores para adquirirem fundo de ETF de criptos na bolsa. Ou seja, levados por esta onda de alto, criptos como, por exemplo; Bitcoin chegou ao crescimento de 75,83%. Já a Ibovespa, com a crise sanitária mundial e outros fatores impulsionados por ela, demonstrou uma queda de mais de 11%.  

Por fim, enquanto outros fundos foram afetados pela inflação, o Bitcoin – outras criptos também, não foram afetados pelo índice. Desse modo, como opção de investimento mais seguro, apesar de incerto, os investidores optaram por adquirir mais ações relacionadas aos ETFs de criptos na bolsa. 

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