Fundos de Pensão no Brasil e os investimentos no exterior!

Crescimento dos fundos de pensão no Brasil, evidenciam busca por diversificação da carteira de investimentos. Fique por dentro!
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Fundos de Pensão no Brasil
Fonte: Google

O crescimento recente dos fundos de pensão no Brasil, aumentou em 80% o patrimônio alocado no exterior no primeiro semestre deste ano. No mês de maio, inclusive, alcançou a marca de R$ 21,3 bilhões, segundo um levantamento feito pela Superintendência Nacional de Previdência-Previc. No mês de dezembro passado o valor alocado estava bem abaixo cerca de R$ 11,8 bilhões.

Os fundos de pensão, é uma categoria de investimento que tem ganhado bastante atenção nos últimos anos no Brasil. Contudo, algumas pessoas não fazem ideia do que seja esta modalidade de investimento e as suas vantagens, como funciona de fato. Existem no país instituições que possuem planos de previdência coletivos, sem fins lucrativos. Estas instituições, são administradas por companhias ou grupos empresariais.

Estes são os fundos de pensão no Brasil, empresas podem aderir a este serviço para oferecer aos seus funcionários. Desse modo, as contribuições são descontadas na folha de pagamento, claro, sempre respeitando o percentual do salarial do funcionário. Logo, uma das vantagens dos fundos de pensão é que a companhia contribui com este percentual, aumentando o montante mais rapidamente.

Sendo assim, os fundos de pensão no Brasil se tornam uma ótima e segura opção de investimento, que possibilita ao trabalhador, o poder de planejar melhor a sua aposentadoria como, por exemplo, uma previdência privada. Portanto, quando o trabalhador se aposenta, poderá receber o benefício em parcelas mensais. Vamos falar um pouco mais sobre fundos de pensão? Vamos lá!

Fundos de pensão mais conhecidas no Brasil.

Hoje, no país existem cerca de 300 instituições na indústria de fundos de pensão, juntas as instituições administram mais de 1.100 planos de benefícios, gerando um montante de R$ 700 bilhões em aplicações.

Algumas dessas entidades se destacam tanto pelo tempo de atuação no mercado, como pelo tamanho das suas operações.

As entidades que oferecem menores riscos são: Petros, patrocinados pela Petrobras; Funcef, da Caixa Econômica Federal; Previ, do Banco do Brasil entre outas. Entretanto, não significa que os demais fundos de pensão não sejam seguros, estes são apenas os mais conhecidos. 

De uma maneira geral, o trabalhador que contribui mensalmente com a quantia determinada pela empresa, enquanto a empresa também contribui com outra parte do valor.

Sendo assim, a soma destes dois valores é aplicado e retorna ao trabalhador como aposentadoria formal, logo, se torna uma alternativa para quem deseja planejar uma aposentadoria mais tranquila.

Fundos de Pensão no Brasil, Previ amplia aplicações no exterior!

Dentre os fundos de pensão no Brasil, o maior é a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, uma das instituições que expandiram as suas aplicações lá fora. Segundo o diretor de investimentos da entidade, Marcelo Wagner, explica que as alocações feitas fora do país fazem parte do processo de diversificação do risco da carteira de investimentos.

No mês de maio deste ano a Previ, tinha investimentos de R$ 1,1 bilhão no exterior. Já no mês de dezembro de 2020, esse valor era de R$ 342 milhões, em outras palavras, praticamente um terço do valor que possui atualmente. Segundo Wagner, a empresa segurou um pouco as aplicações no ano de 2020, devido à crise e a conjectura cambial, com a moeda brasileira depreciada.

Ainda segundo Wagner, a empresa contratou 10 gestores internacionais para alocar os recursos da companhia nos mercados mais importantes como, China e Estados Unidos. Logo, foram alocados porções de R$ 1 bilhão em parcelas de R$ 250 milhões.

Limites de investimentos lá fora

Fundos de Pensão no Brasil
Fonte: Google

Conforme a Regulação do Conselho Monetário Nacional-CMN estabelece que, existem limites para investimentos nos mercados internacionais neste caso o Teto de exposição é de 10% de todo o patrimônio das instituições. Em média, os fundos possuem apenas 1,88% do patrimônio investido no exterior.

Contudo, dentro desta média existem casos de fundos de pensão que chegam perto do teto permitido, por exemplo, a Vivest, conhecida no passado como, Fundação Cesp-Funcesp, que tem 7% do seu patrimônio lá fora. Segundo o investidor da Vivest, Jorge Simino Junior, informa que aplicar no exterior é uma maneira de diversificar a carteira e obter um maior rendimento- o fundo da instituição tem atualmente R$ 2,5 bilhões.

Vale ressaltar ainda segundo o diretor, que o aumento do limite de alocação da carteira de investimentos em ativos externos, difere do padrão de países em desenvolvimento, como Colômbia e México, gira em torno de 20% a 30%. Demandas iguais a essa chegaram até a Previc, que apresentou a proposta de aumento do limite de 10% para 20%, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia.

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