Mercado de carbono mundial: entenda os avanços! 

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mercado de créditos de carbono
Fonte: Google

Recentemente, a criação do mercado de carbono mundial foi aprovada por cerca de 196 países as negociações foram discutidas na reunião da COP26 – Conferência do Clima da ONU realizada na Escócia. Sendo assim, segundo esse acordo histórico esses países podem comercializar o crédito de carbono. Trata-se de um passo muito importante na transição da economia de baixo carbono! 

Nesse contexto, a delegação do Brasil que estava presente nesse evento segue preocupada em relação ao REDD+ que é uma ferramenta de pagamento que resultam na redução de emissões por desmatamento. Segundo a delegação, esse mecanismo acabou ficando de fora da regulamentação que foi criada durante a criação do mercado.  

Desse modo, o país poderá perder um potencial em larga escala, pois, o volume de projetos florestais em território brasileiro é grande. Portanto, segundo os especialistas alguns territórios brasileiros podem sair prejudicados com essa regulamentação aprovada no mercado de carbono mundial. 

Ainda nesse sentido, o que pode ter gerado algumas dúvidas sobre a inclusão dos créditos de carbono nesse artigo 6 do mercado de carbono mundial. Teria sido a tentativa de Coalizão de Nações das Florestas Tropicais coordenada por Papua Nova Guiné. O principal objetivo do grupo é tentar assegurar que as reduções de emissões de projetos REDD+, desde que foi adotada. 

Crédito de carbono 

O mecanismo REDD+ foi elaborado pela ONU com a finalidade de compensar financeiramente os países emergentes que preservam as áreas florestais que ainda existem. Esse mecanismo chegou ao país para contribuir com a proteção de 50 milhões de hectares da Floresta Amazônica até o ano de 2030.  

Contudo, apesar de o Brasil ter uma das maiores florestas tropicais do mundo semelhante a Indonésia, são os únicos países com a maior parcela de emissões que resultam do desmatamento.  

Portanto, de toda a área florestal Amazônica apenas cerca de 1,4 milhão de hectares estão protegidos devidamente. Então, desde que começou a ser usado no Brasil as transações de créditos de carbono REDD+ geraram um aumento significativo em 2021. Relacionado a 2020, esse crescimento foi de 280%. Atualmente, cerca de 115 milhões de toneladas são vendidas no segmento voluntário, diante das energias renováveis, segundo informou o Ecosystem Marketplace.  

O mecanismo REDD+ pode ser considerado uma alternativa econômica?  

Sim, a criação de créditos de carbono a partir do projeto REDD+ pode ser considerado como uma alternativa eficiente, econômica e viável ao desmatamento. Assim, o mecanismo se tornou uma ponte para uma economia de baixo carbono. Estimulando à bioeconomia e uma nova maneira de nos relacionarmos com o meio ambiente! 

Afinal, existem outras alternativas mais econômicas de sobrevivência, cortar arvores não pode gerar mais lucro do que essas alternativas. Nesse sentido, o dono da terra precisa ser recompensado justamente por incentivar essa causa. Vale ressaltar que, a mudança na maneira de agir ajuda na preservação do meio ambiente. 

Ainda nesse sentido, essas medidas usadas para compensar as emissões de carbono junto a política de créditos é apenas o começo de um novo ciclo de projetos e soluções. Pois, é necessário combater o aquecimento global ao mesmo tempo em que a transição para uma economia de baixo carbono é criada! 

Mercado de carbono mundial 

créditos de carbono
Fonte: Google

Bem como mencionei antes, a criação do mercado de carbono mundial foi aprovada por cerca de 196 países as negociações foram discutidas na reunião da COP26 – Conferência do Clima da ONU realizada na Escócia. Segundo a delegação brasileira, esse mecanismo acabou ficando de fora da regulamentação que foi criada durante a criação do mercado.  

Porém, assim que chegou por aqui tem ajudado compensar financeiramente os gastos com que as empresas envolvidas em projetos ambientais tiveram. Assim como, em outros países emergentes que se preocupam em preservar as áreas florestais que ainda existem. Sem a implementação desse mecanismo, o país pode perder um potencial em larga escala, pois, o volume de projetos florestais em território brasileiro é grande. Portanto, essas medidas usadas para compensar as emissões de carbono junto a política de créditos é apenas o começo de um novo ciclo de projetos e soluções.  

Segundo os especialistas desse mercado, em 2022 e 2023 devem surgir novas técnicas para ajudar a preservar o meio ambiente. Afinal, o futuro sustentável precisa desses novos hábitos é necessário entender que a floresta não está isolada.

O meio ambiente se conecta ao nosso dia a dia, então, é preciso investir em novas técnicas e projetos para proteger o meio em que vivemos. Por fim, os especialistas afirmam que a preservação da natureza ainda pode gerar renda. Pois, estimula a valorização dos benefícios que projetos como o REDD+ possam surgir no futuro! 

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