Novos cortes de juros, para o segundo semestre de 2021

Neste artigo, você vai entender de que forma os novos cortes de juros decididos nas reuniões do FED e Copom afetam diretamente o mercado financeiro!
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Novos cortes de juros
Fonte: Google

Recentemente, na reunião do Federal Reserve-FED as autoridades iniciaram um debate sobre os novos cortes de juros mensais em compras de títulos. Grande parte delas tem oferecido diversas visões otimistas de um cenário econômico que, está saindo de uma recessão provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Muitos economistas, sinalizaram uma recente aceleração de ganhos de empregos conforme o cenário econômico muda e a inflação acima da média, que representa um progresso substancial direcionado às metas de estabilidade de preções e pleno emprego do Federal Reserve-FED, referência que permitiu o início da redução de compras de ativos, segundo a conclusão da reunião!

Já o Comitê de Política Monetária do Banco Central — Copom, concluiu na sua última reunião que a pressão sobre os valores está mais persistente do que era esperado e que a alta nas tarifas de energia elétrica deverá contribuir para manter a inflação elevada no curto prazo. Desse modo, será feito novos cortes de juros que afetam diretamente no mercado financeiro do país. Na reunião, o Copom avaliou que poderá aumentar a taxa de juros em cerca de 0,75%.

Sendo assim, os Bancos Centrais ao redor do mundo voltaram a fazer novos cortes de juros, por motivos relevantes: primeiramente, a inflação que segue enfraquecida, a atividade começou a dar indícios gritantes de desaceleração em todo mundo, apesar dos estímulos. Segundo analistas, a causa dessa desaceleração pode ter sido a guerra comercial entre a China e EUA. Leia mais abaixo!

Reunião do Federal Reserve-FED

Na última reunião o Banco Central americano cortou os juros em cerca de 20 pontos-base, segundo projeções de muitos analistas, porém, no discurso de término da reunião o presidente do Federal Reserve-FED, Jerome Powell, afirmou que a decisão tomada foi pontual. Portanto, frustrando a parte majoritária do setor financeiro que esperava o começo de um ciclo de cortes.

Alguns analistas, afirmam que o universo ideal para o mercado seria juro em queda e um cenário econômico saudável. Bem, como não é nossa realidade o mercado pede por novos cortes de juros, assim como, mais estímulos econômicos.

Ainda segundo os economistas, com este corte de juros de 25 pontos-base na taxa de juros. É provável que mais cortes ocorram até o final de 2021 o que pode levar o juro local para a faixa entre 1,50% e 1,75% por ano, os norte-americanos trabalham com bandas de juros, e não com taxa fixa como fazemos aqui.

Reunião do Copom

Segundo os economistas, haverá um corte de 50 pontos-base, o que leva a taxa Selic para a 5,5% a.a., vale ressaltar que um estudo feito pelos analistas, apresentou aplicações com investidores institucionais de um total de 91% desses investidores que seguem esperando por uma decisão do Banco Central. Sendo assim, o estudo mostrou que um total de 42% dos acionistas, vê a Selic em 5% até o fim de 2021 e 30% desses investidores acreditam que a taxa possa baixar.

Existem muitos motivos para este resultado, a nossa economia segue muito aquém do seu potencial, fazendo com que a inflação permaneça abaixo da meta e controlada, tivemos este mesmo feito em 2019. Ao contrário de todo o drama dos Bancos Centrais estrangeiros, que tentam manter as suas economias aquecidas no final do semestre, no Brasil o problema é que não conseguimos dar início a recuperação. A inflação controlada abre mais espaço para o BCB cortar os juros ainda mais na tentativa de aquecer a economia.

Novos cortes de juros
Fonte: Google

E no mercado financeiro, este impacto segue cada vez mais perceptível: o acionista que se acostumou com % ao mês da renda fixa no período de juros gordos terá que procurar outros ativos se quiser manter a rentabilidade na carteira. O que pode mudar esse curso? Bom, uma piora do cenário econômico lá fora.

Novos cortes de juros

Segundo projeções dos analistas, deve haver novos cortes de juros nas próximas reuniões do Copom e do Federal Reserve-FED. Em um comunicado oficial, as próximas reuniões do comitê acontecerão no mês de agosto, onde o grupo irá discutir novamente sobre o cenário econômico até o final deste ano.

Já as autoridades do Federal Reserve-FED, divulgaram nesta última semana que o grupo está dividido com relação aos novos riscos de inflação e também com a taxa de desemprego relativamente alta, muitos participantes da reunião sentiram que as condições para reduzir as aquisições de ativos serão atingidas mais cedo do que eles previram.

As próximas reuniões das autoridades do Federal Reserve-FED estão deverão ocorrer no mês de setembro. A conferência será realizada em Jackson Hole, Wyoming, onde os chefes do Federal Reserve costumam usar o evento muitas vezes para sinalizar mudanças na política monetária.

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