Será que o Dólar continuará em alta este ano?

Você pode até não comprar dólar, mas saiba que a moeda norte-americana tem mais influência na vida das pessoas do que muitos imaginam. Por isso confira as projeções para este ano.
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Todo começo de ano muitas projeções ocorrem, na economia não é diferente, e uma das que mais interessa é como o Dólar irá se comportar. Sendo assim, diversos fatores podem influenciar para o aumento ou queda da moeda, e a preocupação se deve fatos como o Dólar já ter batido R$ 5,972. Algo inacreditável que teve impactos negativos principalmente para os países emergentes como Brasil.

No último pregão de 2020 a cotação foi de R$ 5,189, logo o mês de dezembro foi de baixa da moeda norte-americana. Uma desvalorização de 2,95% frente ao real, porém não o suficiente para reduzir o acumulado de 29,33%. Mas as expectativas para 2021 são que alguns acontecimentos contribuam para que o dólar tenha queda e chegue a R$ 5,40 e se mantenha pelo menos no começo deste ano.

Enquanto isso, a moeda brasileira segue registrando os piores desempenhos, devido as dificuldades do governo em dar andamento as reformas. Além dos juros muito baixos, a taxa de desemprego ainda em alta, como se não fosse o bastante os brasileiros não estão recebendo o auxílio emergencial. Bem como a lei (BEm) onde trabalhadores tinha parte dos salários pagos pelo governo também chegou ao fim.  

Fatores como a chegada da vacina irá contribuir para o aquecimento da economia global. Em alguns países a imunização da população já tem acontecido, e no Brasil está para ser distribuído aos estados. Isso não só traz esperança de a vida voltar ao normal e acabar com o número alto de mortes no país, como também a recuperação dos setores da economia.

 Fatores que influenciam o Dólar e a economia.

O caos que o mundo vive desde 2020 se deve a pandemia do novo coronavírus. Assim, desde o começo do ano ocorreram muitas mortes, mudança na rotina das pessoas, dificuldade financeira por toda parte. Uma situação vivenciada pela a economia global que foi totalmente afetada por um vírus inesperado e avassalador. Por isso a vacina contra a Covid é um dos principais fatores para recuperação da saúde mental e financeira mundial.

Assim como as eleições americanas, que entrou para história pela rivalidade dos candidatos e apoiadores de Donald Trump (republicano) e Joe Biden (democrata). Com resultado dando a vitória a Biden indica menor aversão aos riscos por toda parte do mundo; e isso contribui para melhor desempenho dos países emergentes como o Brasil.

É provável que episódios como os que citamos beneficie a moeda brasileira neste início de ano. Mas de acordo com economista Álvaro Frasson do BTG Pactual, existe a possibilidade de nenhum desses fatores ser suficiente para queda do dólar se assuntos como as questões fiscais não forem resolvidos. E talvez seja o desafio maior para que o real ganhe força.

Mais fatores que influenciam a economia brasileira.

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Atualmente o boletim Focus tem sido o principal canal de análises de mercado, onde realizou pesquisas e medidas das projeções de como ficará o Dólar até o final deste ano. E os resultados não são de queda tão expressiva, ou seja, as indicações são de algo em torno de R$ 5,00. Mas no ranking Focus para o Santander a taxa de câmbio (de longo prazo), o dólar deve encerrar abaixo de R$ 5,00 em 2021.

Jankiel Santos, economista sênior do banco Santander, quem deu a previsão de dólar a R$ 4,60, ele acredita em melhoras em alguns assuntos pendentes no país e principalmente da questão fiscal. Santos diz que a previsão não chega ser um otimismo com avanço das reformas, mas que o risco de descontrole fiscal é muito grande. E que o governo brasileiro será obrigado a tomar medidas urgentes para não cair no precipício.

Porém existem os mais pessimistas quanto ao avanço das reformas e controle dos gastos por parte do governo. É o caso do economista da Necton André Perfeito, acredita que o dólar encerre o ano em R$ 5,10. Além disso, o especialista acredita que não será possível realizar os cortes de gastos que o governo propôs para 2021, afinal a pandemia continua e a pressão por gastos também deve continuar.

Conclusão

Para finalizar, é nítido que questões políticas desde sempre impediu que o Brasil tivesse grandes avanços e as disputas na política se mostram cada vez mais acirradas e isso enfraquece o governo, como consequência as reformas não dão andamento. Porém, como em tudo existe o lado bom e ruim, com a tendência de queda no câmbio, oportunidades podem surgir para os investidores que pretendem ter uma carteira de ativos relacionados ao dólar.

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