CVC, empresa tem queda de mais 90% durante a pandemia

A CVC informou que, o impacto negativo causado pela pandemia é de aproximadamente R$81,4 milhões. Saiba mais!
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Fonte: CVC

A maior operadora de turismo no país, registra queda de R$81,4 milhões neste primeiro semestre de 2021; o que significa um impacto de 92,9% diante de R $1,151 bilhão acumulados neste mesmo período de 2020. O lucro perante os juros, depreciação, impostos e o Ebitda permaneceu negativo em um total de R$56,403; que representa um avanço de 92,4% diante do Ebitda negativo de R$741,432 milhões com relação ao ano passado.  

Portanto, as despesas somam R $10,531 milhões no intervalo de janeiro a março e uma depreciação de aproximadamente 79,1% com relação à despesa financeira de um ano antes, a receita líquida obteve no período R$165,935 milhões. Portanto houve um recuo de 58,2% em cima do mesmo intervalo de 2020. Segundo a CVC, este inconveniente do período acontece, mais uma vez devido a pandemia do covid-19, principalmente no Brasil.

Assim sendo, no primeiro trimestres de 2021 a empresa fez grandes progressos na preparação da CVC com a finalidade de liderar a reintegração dos negócios; por conta  do bom desenvolvimento financeiro da operadora de turismo. Mesmo que os volumes de novas vendas e embarques tenham ocorrido abaixo das perspectivas com relação às restrições impostas tendo em vista o alto índice de casos relacionados ao novo coronavírus.

No mês de janeiro, a CVC efetivou a quinta emissão de debêntures no valor de R$ 436,4 milhões com o prazo para 10 de junho de 2023. Todavia os recurso que captarem deverão se usar para o pagamento adiantado do passivo financeiro em conjunto com o Citibank.

Processo de capitalização

Assim sendo, segundo o CVC, este processo divulgado em 9 de julho de 2020, terminou com a conclusão da segunda etapa, o montante completo foi de R $665,6 milhões. Dessa forma, a fase um do processo terminou em setembro de 2020 totalizando R $301,7 milhões, com um total proposto de 100%. A fase dois foi concluída e declarada ao mercado em 3 de fevereiro de 2021, o que resultou em um aumento de R $363,9 milhões.

Apresentando exercício de 90,7% dos bônus de subscrição. A empresa ressaltou que, embora diante de um cenário difícil o ano de 2021 tem sido melhor se relacionado ao ano passado, pois o fornecimento de caixa operacional durante nove meses de 2020, chegou a R $1,242 bilhão.

No final de 2019 o saldo da CVC era de R $799,2 milhões e o total à disposição em caixa era de R $606 milhões diante de R $365,7 no fim de 2020. Assim sendo, um levantamento feito pelos especialistas existem incertezas com a relação à continuidade operacional da empresa. Os planos da companhia constituem a realização de um aumento de capital e também nas negociações da empresa com os debenturistas para uma possível recuperação dos prazos previstos neste ano.

Futuro da CVC

Na semana passada, teve a divulgação pela empresa fato muito importante para os rumos da mesma, a renúncia de quatro dos seus membros do conselho de administração. Sendo assim através de assessoria, a CVC informou que esta mudança faz parte de um processo oriundo de renovação do setor administrativo da empresa. Todavia após um ciclo de relevantes realizações como por exemplo o processo de apuração dos fatos referentes às distorções contábeis e a regularização das demonstrações financeiras e também o aumento do capital da companhia.

Estes membros do conselho foram eleitos no mês de maio de 2020 e seus mandatos iriam até o ano de 2022. Porém, o presidente do conselho Silvio José, Genesini Junior deixariam a empresa e da mesma forma Henrique Teixeira Alves, Deli Koki Matsuo e Cristina Helena Zingaretti decidiram pela renúncia.

Portanto, segundo o CEO Leonel Andrade informou que a empresa segue com o planejamento de uma nova fase para enfrentar estes desafios em função da crise provocada pela pandemia da covid-19. A notícia da renúncia dos conselheiros foi recebida com surpresa; pois não é comum essa quantidade de conselheiros deixarem os seus cargos ao mesmo tempo, inclusive em meio à crise.

Motivo da renúncia

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Fonte: CVC

Na última terça-feira, as ações da CVC sofreram queda de 4,7% ,esta queda foi amortizada; e dessa forma a empresa fechou o pregão com apenas 1% de queda. O motivo da saída dos conselheiros teria sido a troca habitual de conselheiros uma vez que os agora antigos conselheiros tinham a intenção de renunciar ao conselho da CVC desde 31 de agosto de 2020 depois do deterioramento da situação da companhia.

Ainda de acordo, com o CEO  a notícia surpreendeu pelo fato da renúncia em conjunto; Andrade ainda informou que a saída foi motivada devido a mudança do controle acionário, cujo os detalhes ainda não foram apresentados ao setor. Os acionistas majoritários, que participam desta nova composição acionária, teriam colaborado para a mudança.

Portanto, os acionistas majoritários teriam indicado os novos membros do conselho, que esperavam pela aprovação na Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas. Caso os nomes indicados forem aprovados, os acionistas majoritários deterão conselheiros de confiança. Dessa forma podem acompanhar de perto as decisões da CVC com relação a atribuição dos investimentos feitos.

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