Economia mundial; China e Estados Unidos.

Acompanhe a nossa análise sobre as duas maiores potências econômicas mundiais. Fique por dentro!
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A disputa comercial entre Estados Unidos e China tem causado preocupação na Economia mundial. Desde sempre estes países são rivais em muitos aspectos. Nos dias atuais essa disputa que se arrasta ao longo dos anos, se tornou pior quando ex-presidente norte-americano fez o anúncio de tarifas mais altas impostas aos produtos chineses. Desde então a disputa comercial que existe desde a época da queda do muro de Berlim, está cada vez mais acirrada.

No passado, os Governos fundamentalmente liberais atenuaram a interferência do governo nos setores estratégicos da economia. Simultaneamente a isso, um gigante trabalhava exatamente no sentido contrário. Sendo assim, a China abriu a sua economia para os outros países. Todavia permaneceu fechada politicamente, com um direcionamento imenso da administração, com o estado não só interferindo diretamente nos investimentos dos setores estratégicos; como também mobilizando os recursos privados para os setores que segundo o partido geraria um retorno a longo prazo.

Economia Mundial

Nos dias atuais, segundo especialistas em economia afirmam que a China deverá desbancar o Estado Unidos, para assumir como a maior economia do mundo em 2028; a exatos cinco anos antes do que os especialistas haviam previsto. Tendo em vista a maneira como lidaram com a pandemia covid-19 a taxa de crescimento dentre os chineses deve aumentar se comparada a taxa de crescimento dos norte-americanos; e também dos europeus durante os próximos anos.

Se este cenário se confirmar, segundo os especialistas a Índia deverá se tornar a 3º maior economia mundial no ano de 2030; que é o lugar ocupado pelo Japão nos dias atuais, apesar da China ter sido o primeiro país a sofrer com o novo coronavírus. Os especialistas afirmam que a China controlou a doença através de ações rígidas e eficazes. Estratégia que permitiu evitar que novas medidas de isolamento acontecessem como de fato outros países como Brasil, Europa e até os Estados Unidos.

Mudanças na economia

Segundo as projeções dos especialistas, até 2035 uma modificação terá se estabilizado na balança da economia global; devido à ascensão de outras economias em desenvolvimento atualmente como Brasil, Rússia e Indonésia entre outros. Contudo a Alemanha deverá perder a quarta posição que hoje ocupa entre as economias mundiais, assim sendo, em 2030 se tornará a quinta economia mundial.

Existe a um tempo, um tema predominante na economia mundial que tem sido a influência diplomática; e também a luta econômica entre China e Estados Unidos observam os especialistas em estudo recente sobre essas duas potências e suas economias ao longo do tempo. A pandemia do novo coronavírus e os seus efeitos desastrosos para a economia seguramente colocaram esta rivalidade a favor da China.

Sendo assim, as expectativas sugerem que no ano de 2023 a China se tornaria um país de alta renda. Segundo um estudo feito por especialistas a economia da China não se beneficia somente com o controle da pandemia; mas implantando políticas agressivas voltadas para setores específicos, como por exemplo manufatura avançada. Aparentemente os chineses tentam obter controle centralizado. Contudo a economia de mercado é livre nas demais áreas e é justamente esta parte do mercado livre que os auxilia a avançar, em especial a área da tecnologia.

Economia mundial: Situação pós-pandemia

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A situação pós-pandemia é bastante delicada, pois o governo democrata, assim como o entendimento da necessidade do Estado, como indutor do desenvolvimento econômico mudou a estratégia dos norte-americanos, assim como os rumos da política econômica dos Estados Unidos. Contudo, isso não chega sem custos, a China depois de décadas de políticas monetárias expansionistas e fiscais, se depara em uma verdadeira encruzilhada, pois as empresas não financeiras extremamente alavancadas esperam que o governo chinês se arrisque em novos estímulos.

Pois, algum aumento significativo de juros, futuramente pode gerar um efeito dominó, todavia, pequenas e médias empresas se veem de certa forma sufocadas com todas as contas da pandemia sem receber auxílio financeiros mais vantajosos. Dessa forma, o desequilíbrio do crescimento chinês é visível atualmente.

Nos Estados Unidos, o perigo da inflação, que já está atingindo níveis muito altos para os históricos norte-americano, constitui que o mercado se mantenha apreensivo com relação a margem de manobra que o governo possui para reforçar a intromissão na economia. Uma dívida pública que aumenta continuamente e um déficit que já chega a 10% do PIB deixam os economistas em alerta, pois segundo os economistas a dívida está sendo “empurrada” para as próximas gerações.

Combatendo os impactos da pandemia

No mês de janeiro o atual presidente do Estados Unidos, assinou novas medidas para combater os impactos deixados pela pandemia do novo coronavírus. Dentre essas medidas estão medidas que ampliam a ajuda financeira para os americanos e também medidas de proteção para os trabalhadores como por exemplo; emissão de cheques que foram enviados para as famílias que foram seriamente afetadas pela crise financeira.

Segundo o pacote que foi proposto pelo atual presidente Joe Biden, uma nova rodada de cheques no valor de US$ 1,4 mil, representam uma garantia para as famílias americanas que perderam sua renda. Contudo, estes valores apenas aumentam a crise no país, segundo especialista afirmam a solução pode estar no bom senso; ou seja, até quando o Estado pode ser “parceiro” da iniciativa privada com relação às ações de desenvolvimento? Até que ponto isso não faz com que ele seja tão grande que precise extrair recursos da própria iniciativa privada, com a finalidade de financiar os planos.

No Brasil, o Estado descomunal e extremamente endividado não permite planos a longo prazo, pois primeiro precisamos arrumar a nossa casa. Os feitos que a pandemia do covid-19 trouxe um cenário de crise ainda pior para o país, já são 3.025 mortes por covid-19 no país. Contudo, o Brasil conseguiu recuperar boa parte do produto interno desde que a recessão teve início no ano passado, porém temos um longo caminho pela frente.

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