Ibovespa 2021: confira quais são as projeções.

Seguindo os embalos de lucros das empresas, Ibovespa deve subir cerca de 11% em 2021 e pode passar dos 130.000 pontos. Confira as projeções de alguns especialistas.
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Fonte: Ibovespa

A Bolsa de Valores brasileira assim como de outros países, sofreu bastante com a pandemia do novo coronavírus. E logo no começo do ano (Ibovespa 2021) as ações sofreram quedas recorde, isto é, mais de 30%.

No entanto, nos últimos meses o principal índice de ações do Brasil “Ibovespa” quase zerou as perdas durante o ano, e diante deste cenário fica a dúvida do futuro da B3.

Porém, as perspectivas para o Ibovespa 2021 são realmente positivas. Os números anunciados de crescimento devem acontecer devido a recuperação dos lucros. Bem como, as empresas dos setores cíclicos, que sofreram grandes perdas durante a pandemia e tem peso no índice. Sendo assim, comparando ao patamar atual a bolsa deve aumentar mais de 16% em 2021.

Certamente essa recuperação é vista no mês de novembro, no qual os setores apresentaram melhores resultados. Destaque por exemplo para os bancos, exportadoras, cias aéreas.

Logo, os investimentos estrangeiros tiveram grande importância, mas para intensidade maior o Brasil depende da aprovação das reformas. Isso quer dizer, definição de ajustes fiscais e acerto das contas, afinal não dá para continuar gastando mais do que fatura.

Ibovespa 2021: Fatores importantes da Bolsa de Valores.

A princípio, especialistas acreditam que a segunda onda do novo coronavírus pode vir com menos impactos na atividade econômica do país. Devido acontecimentos dos últimos meses, ou seja, a recuperação de alguns setores, em alguns casos de forma mais vagarosa. 

Além disso, a economia global depende de acontecimentos nos Estados Unidos, foi o caso das eleições americanas. Que deve gerar uma política externa menos instável e os reflexos são uma melhora no ambiente de negócios. Nos quais os mais beneficiados são os países emergentes, que inclui o Brasil. 

Certamente a chegada das vacinas com índice maior de eficácia é um dos principais fatores. Isso por que a população deve ser imunizada e isso aumenta a perspectiva do fim da pandemia. Em muitos países a vacina está sendo disponibilizada, no Brasil deve começar a imunização logo nos primeiros meses. Um cenário favorável que permite a recuperação da economia.

Otimismo ou pessimismo diante do PIB?

No Brasil, temos ainda a taxa de juros no seu menor patamar, que deve permanecer até o final de 2021. Bem como a agenda do governo que inclui assuntos que diz respeito ao teto de gastos do país. E que a tendência da trajetória de gastos do governo tende a cair. Sendo assim, um cenário que deve gerar crescimento do PIB, com reflexos positivos na economia.

No entanto, opiniões contrárias acreditam que obstáculos podem surgir no caminho e certamente vindos de Brasília. Por exemplo a votação do orçamento para 2021, que deve acontecer somente após o carnaval. Assim como outros desencontros de opiniões que existem dentro do governo.

Fonte: Google

Além disso, os mais pessimistas acreditam que a imunização da população ainda é um quadro indefinido e pode demorar mais do que imaginamos.

Enquanto isso, Bancos Centrais mundiais seguem fornecendo os estímulos monetários. Logo a tendência é manter a liquidez e uma recuperação mais rápida das atividades, da mesma forma a valorização dos ativos.

Exemplo disso, é o auxílio individual dos Estados Unidos, no valor de US$ 600. Que deve começar a distribuição para as famílias a partir do dia 30.

Conclusão

Conforme mencionamos, a retomada dos investidores estrangeiros em diversos países emergentes que aconteceu em novembro; foi devido ao melhor ambiente de negócios e retomada dos preços de alguns alimentos.

Nesse sentido, os commodities, além das notícias em torno das vacinas e as eleições americanas, são fatores que certamente irão continuar impulsionando a economia em 2021.

Enquanto no Brasil, muita coisa depende das reformas pendentes, discursões que dividem opiniões no governo. Além disso o fim do auxílio emergencial trás preocupação para população, sendo que até 22 de dezembro o custo pago era de R$ 264 bilhões.

E para 44% das pessoas o benefício era a única fonte de renda. Além disso, o número de desempregados ainda é bastante alto, no final de ano a taxa chegou a 14,6%.

Outros fatores como a desvalorização do Real, que depende em partes de mais investimentos em moedas estrangeiras no Brasil pode ser um motivo para rápida valorização da nossa moeda.

Mas para a Bolsa de valores atingir 130 mil pontos, ou mais, o país precisa conduzir bem todas essas pendências. Bem como, “torcer” para que o cenário mundial seja favorável, o que deve acontecer quando todas as pessoas forem imunizadas. Para somente assim a vida voltar ao “novo normal”.

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