Negros no mercado de trabalho, o racismo estrutural empresarial

Desvende as novas formas de inclusão de negros no mercado de trabalho e as estratégias para combater o racismo estrutural empresarial. Fique conosco e saiba mais aqui.
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Negros no mercado de trabalho
Fonte: Google

Não é novidade para ninguém o quanto a população negra sofreu e, ainda, sofre com o racismo estrutural, seja no Brasil ou no mundo. Por isso, empresas têm voltado seus olhos para minimizar as escalas de pontos negativos sobre o assunto no ambiente empresarial. Desse modo, podemos perceber um novo movimento de inclusão para os negros no mercado de trabalho mundial. Logo, figuras como o ex-presidente Barack Obama já se posicionaram: “A diversidade é uma fonte de força. Não é caridade. Não é a coisa certa a se fazer. É a coisa mais inteligente a se fazer.”

Nesse sentido, grandes empresas brasileiras deram o seu pontapé para as diretrizes da cultura inclusiva. Assim, uma frase proferida pelo presidenciável em 2017, somente teve uma força reagente na sociedade empresarial brasileira, três anos após a sua visita ao país. Mas não acredite que tal reação teve sua origem exclusiva pela frase citada. Na verdade, tal movimento ganhou força após um trágico evento envolvendo George Floyd – sua morte, que ramificou por todo o globo um movimento sobre o tema.

Contudo, como isso poderá afetar a recolocação de negros no mercado de trabalho? E quais as medidas para evitar que o combate ao racismo estrutural empresarial não seja apenas um tipo de “modinha digital”? Portanto, algo tão sério como a inclusão de pessoas no meio social não pode ser vislumbrado como algo simples. Mas como algo que poderá remodelar uma sociedade inteira, inclusive no meio empresarial.

Por isso, nossa equipe de profissionais trouxe esse artigo para te direcionar e evitar erros crassos a favor do racismo estrutural empresarial. Assim, te ajudar a evitar e incluir a diversidade de maneira inteligente e orgânica na sua empresa. Por isso, acompanhe nos próximos tópicos mais detalhes em torno do assunto. Vamos lá?!

Das gigantes as pequenas empresas brasileiras

Como falado acima – no Brasil tem se debatido sobre o racismo estrutural e institucional, mas isso apenas ocorreu após fatos tristes envolvendo pessoas negras. Além disso, somente quando as redes sociais Instagram, Facebook, Tik Tok entre outras, passaram a funcionar como mola de impulso para o assunto.

Desse modo, diante de um debate público e impulsionado pelo movimento de “cancelamento” digital, as empresas voltaram seus olhares com mais atenção. Assim, buscaram rever suas políticas internas sobre negros no mercado de trabalho e inclusão social. Portanto, empresas brasileiras, por exemplo; Magazine Luiza e Bayer, criaram mecanismos robustos para abarcar essa nova ideia.

Dessa forma, instituíram programas de trainees exclusivo para pessoas negras no mercado de trabalho. Logo, trilham um caminho mais igualitário e desenham o novo caminho para a população negra em suas marcas. Já que, tais cidadãos poderiam conquistar cargos mais altos como aqueles de liderança.

Negros no mercado de trabalho do novo paradigma

Negros no mercado de trabalho
Fonte: Google

No país o percentual de negros fora do mercado de trabalho ou longe de cargos de liderança são superiores ao dos brancos. Assim, percebemos a disparidade entre as etnias, o que contribui para uma diferenciação entre os indivíduos não apenas no cenário empresarial, mas social. Portanto, empresas como a Empregueafro, especializada no quesito contratação de pessoas negras, têm implementado programas de valorização da diversidade. Logo, após os trágicos eventos envolvendo a população negra, pode notar um avanço na diversidade empresarial de 3 vezes mais.

Sendo assim, projetos como o Indique uma preta que, pensados para reduzir o racismo institucional e estrutural, foi adotado por empresas como Magalu e B4People. Desse modo, tais empresas almejam extinguir os pontos negativos e oportunizar uma escalabilidade maior dos negros no mercado de trabalho.

Conclusão

Dos vários benefícios contidos no combate a racismo estrutural ou corporativo, o financeiro é o que mais chama a atenção das empresas. Isso porque a partir do investimento na inclusão de pessoas negras no mercado de trabalho por grandes marcas, por exemplo; Magalu, valorizaram suas ações. Assim, novos investidores foram atraídos por sua ideia. Portanto, não se trata de caridade ou mesmo de fazer o certo, como dizia Obama, mas o mais inteligente.

Por fim, a gestão da diversidade, cultura de inclusão e o antirracismo estrutural, funcionam como um selo de boas práticas e de investimentos. Por isso, valorizar a qualidade das pessoas além da sua etnia é ganhar mercado e espaço empresarial. 

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