Renda das famílias brasileiras: consumo é o menor já registrado!

Com a alta na inflação, a renda das famílias brasileiras para consumo é o menor já registrado desde 2005. Fique por dentro!
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Renda das famílias brasileiras
Fonte: Google

Desde o início de 2021, a renda das famílias brasileiras vem diminuindo cada vez mais e isto se torna visível ao fazermos uma análise dos itens essenciais como, por exemplo, a cesta básica. Segundo muitos economistas a cada R$ 100 retirado do orçamento dessas famílias, sobram R$ 41,22 apenas para o gasto com consumo, investimentos e pagamentos de dívidas.

As famílias brasileiras não tinham um aperto das suas finanças tão significativo desde 2005, ano em que a cada R$ 100 gasto, sobrava cerca de R$ 40,98, o que revela uma queda assustadora na renda e também no poder de compra de muitos brasileiros desde a chegada da pandemia do novo coronavírus, que trouxe consigo a crise financeira mundial, agravando a situação no país.

Nestes últimos meses, a renda das famílias brasileiras mal tem dado para fechar o mês. Por todo o país, não faltam exemplos de brasileiros com dificuldades para terminar o mês com alguma quantia, pois, boa parte da renda costuma ser gasto com itens considerados essenciais por aqui- como energia elétrica, transporte, combustível entre outros.

Atualmente o novo auxílio emergencial no valor de R$ 375, tem ajudado na renda das famílias brasileiras, segundo alguns analistas. O orçamento de boa parte da população tem sido pressionado por uma combinação um tanto perversa: um aumento nos preços dos alimentos.

Assim, o que vem se arrastando desde o ano passado, e o aumento do valor dos combustíveis e também a crise elétrica, devido à crise hídrica que fez com que o valor das contas dobrasse nos últimos meses.

Continue lendo sobre o assunto e fique atento as mudanças na economia brasileria.

Rendas disponíveis por classe

Não tem para onde correr! as classes mais baixas do país não tem como se defender dos altos índices inflacionários, além do nível de desemprego recorde no país, segundo alguns economistas. Desse modo, com o desemprego afetando milhões de brasileiros, faz com que a capacidade de reação da população ao aumento da inflação se torne limitada.

Em aproximadamente 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-IPCA, acumulou cerca de 8,3%. Já a inflação dos itens considerados essenciais chegou a registrar 10,5%, dizem os analistas.

Diante deste cenário, as projeções para o final do ano não são muito animadoras. Segundo o relatório feito pelo Banco Central, revelou que o IPCA deverá encerrar este ano com aproximadamente 6,56 pontos percentuais, bem diferente do teto da meta indicado pelo Governo, sendo de 5,25 pontos percentuais.

Impacto no varejo

Os altos índices inflacionários e também dos juros, somado a limitação do orçamento das famílias podem atenuar a velocidade de recuperação esperada para o segmento varejista e, como consequência na atividade econômica.

À medida que a crise sanitária se estabiliza, os economistas esperam uma retomada do setor ainda em 2021. Contudo, este crescimento poderia ser melhor se as famílias tivessem algum folego em seus orçamentos até o mês de maio deste ano, as vendas do varejo acumulavam aumento de aproximadamente 6,8% ao ano, segundo um relatório feito pelo IBGE.

Apesar dos fatores negativos, existem sim, fatores positivos para o crescimento do consumo das famílias, com a recuperação da economia do país, o mercado de trabalho voltará a se estabilizar e assim o índice de empregos formais voltarão a aumentar. De fato, hoje, o único risco que a economia brasileira enfrenta é a inflação que pressiona a renda das famílias brasileiras.

Renda das famílias brasileiras em 2021

Renda das famílias brasileiras
Fonte: Google

Em meio a pandemia do novo coronavírus, somado aos altos índices da inflação fizeram com que a renda das famílias brasileiras tivesse uma redução bem agressiva. Segundo o estudo feito por analistas, revelou que 8 em cada 10 famílias brasileiras de classe média precisaram a se adaptar para poder viver com menos, principalmente no final de 2020, período mais crítico da pandemia e também da crise econômica.

Boa parte dessas famílias, perdeu cerca de 10% a 50% da sua renda, algumas famílias chegaram a perder 80% da renda com a crise. Portando, de uma a cada dez famílias no país viu a sua renda secar em aproximadamente 80%. Hoje, a classe média representa a maior parte de consumo entre as famílias brasileiras, segundo os estudos dos analistas.  

Já a proporção das famílias brasileiras que possuem rendas mais baixas, ou seja, recebendo menos que R$ 1.654,50, viu a pandemia levar praticamente 100% de toda a sua renda com a crise no mercado de trabalho. Estas são pessoas que se bancam com a renda do próprio trabalho, portanto, estas famílias sofreram ainda mais com os altos índices de desemprego no país.

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