Corretora Toro: tem 60% da empresa comprada pelo Santander.

Se você é investidor e que entender o acontece com a compra do Banco Santander sobre os 60% da corretora Toro, é bom sair dessa página sem ler todo o artigo e entender quais os reflexos no mercado de investimentos.
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Fonte: Santander

Com as mudanças no cenário do mercado financeiro dentro e fora do país nos últimos anos, várias empresas. Principalmente as voltadas para o setor de investimentos. Um exemplo disso foi a compra do Banco Santander, que comprou a corretora Toro.

Assim, perceberam uma grande movimentação de novos investidores, segundo dados do [b³] a Bolsa de valores do país o número de pessoas física a ingressarem de operações financeiras deu um salto gigantesco.

Os dados apresentados pela Bolsa de valores brasileira a cinco anos atrás eram de cerca de 557 mil pessoas. Hoje em dia são mais de 2,82 milhões de brasileiros movimentando o mercado financeiro de ações. Dessa forma, várias empresas sentiram essa mudança e começaram a aproveitar a oportunidade para investir.

Portanto, um bom exemplo de investimento direto foi a da empresa XP Inc. Atualmente a empresa apresenta um capital avaliado em cerca de US$ 23,4 bilhões. Além disso conta com mais de 2,3 milhões de clientes e tem sob custódia o valor de R$ 460 bilhões.

Assim, não distante da XP Inc., o Banco Santander tem vislumbrado esse mercado de expansão e quer se aproveitar da disputa e conquistar um fita gorda dessa nova moda de investimento.

Por isso nosso blog hoje dedicou esse artigo para falar sobre essa aquisição fantástica da empresa que deverá agregar ainda mais valor à sua marca.

Descubra a plataforma Pi

Uma plataforma de investimento criada pela Banco Santander que foi lançada em março de 2019 pelo Santander. Que é 100% digital e exclusiva para investimentos com cerca de 240 produtos em renda fixa.

Conheça a corretora Toro

Fonte: Toro

Criada em 2010, a corretora Toro, nascida na cidade de Belo Horizonte, há pouco mais de dois anos ingressou no mercado financeiro com a intermediação de transações por valores mobiliários.

Visionária, a empresa saltou da 20ª para a 12ª posição na [b³] alavancada pelo volume de negócios, ainda conta com a participação de três investidores fundadores da empresa Localiza; o Flávio Brandão, Antônio Cláudio Brandão Resende e, que são irmãos,  Eugênio Mattar, que é CEO da locadora de veículos.

Sobre a aquisição da Corretora Toro pelo Banco Santander

Com a corretora Toro subindo o ranking das mais querida pelos investidores o Banco Santander cresceu os olhos sobre ela e, no dia 29 de setembro, anunciou a aquisição de 60% da Toro Investimentos.

Esse movimento estratégico do banco é para ampliar a plataforma Pi; que ainda aguarda a aprovação dos órgãos regulatórios do país.

Assim a Toro deverá assumir as atividades da Pi até a sua regulação sendo assim aumentará o aporte e ativos da plataforma do banco.

O Gabriel Kallas, atual CEO da Toro, permanecerá no cargo mesmo após a aquisição do Santander. Contudo, o atual CEO da Pi; o José Clemenceau, deixará o posto e assumirá o cargo de diretor de operações.

Além disso, segundo vice-presidente executivo de Wealth Management do Santander , as marcas; Toro e Pi são legítimas representantes da nova geração de plataformas de investimento.

Os bancos tradicionais não aceitam ficar para trás

Esse novo movimento de operações financeiras, sobretudo providos por corretoras online, tem chamado a atenção de vários gigantes do setor.

Assim o Banco Bradesco não aceitou ficar para trás e no final de 2019 relançou a Ágora, sua corretora, que segundo os dados da Goldman Sachs possui 500 mil clientes e R$ 65 bilhões sob custódia.

Outro que não ficou quieto com essa movimentação foi o BTG Pactual, mais ousado e visionário diz que vai desafiar o domínio da XP, sua movimentação foi certa e direta.

Dessa feita, na mesma semana que o Santander adquiriu a Toro, BTG anunciou a compra da  Lifetime Investimentos, o curioso é que a empresa gerencia pouco mais de R$ 2 bilhões e ainda possui  quatro mil clientes e era associado a XP.

Até mesmo o próprio sócio da XP, Itaú Unibanco, vem adotando uma postura mais agressiva nesse espaço, o que foi expresso na troca de farpas recente entre as duas empresas.

O Credit Suisse também ampliou sua aposta, ao comprar, em junho, uma fatia de 35% do banco digital Modalmais. “BTG Pactual, Bradesco e Credit Suisse têm mais condições de desafiar o domínio da XP”, afirma uma fonte do mercado, que preferiu não se identificar.

“Essas empresas está à frente das novas plataformas, pois têm conhecimento e histórico de operações em Bolsa, acesso a recursos e capital humano”, acredita a fonte.

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