Onde deixar os investimentos: Bancos tradicionais ou corretoras?

Já se perguntou onde investir o seu capital? Vale a pena deixá-lo nos bancos tradicionais ou em uma corretora? Leia mais aqui.
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As pessoas acostumadas com mercado de investimentos, sabem que é possível fazer aplicações e investimentos através dos bancos tradicionais, e por corretoras de valores. Logo, muitos investidores acreditam que fazer negócios com os bancos é melhor, pois assim mantém um relacionamento e conseguem melhores condições nas taxas de corretagem, muitos investidores temem arriscar totalmente sair dos bancos tradicionais e mudar para as corretoras.

Porém, o indicado é contratar fazer as aplicações, em instituições que apresente melhores resultados. Os grandes bancos já estão perdendo espaço para as Fintech devido a facilidade em diversos produtos e serviços, sem contar a comodidade dos bancos digitais, mas se tratando de onde deixar o seu dinheiro, é preciso muito estudo e cautela na hora da escolha.

“Bancões” perdem cada vez mais espaço para as corretoras de valores.

As projeções dão indícios que em 2022 teremos cinco grandes plataformas de investimentos se destacando, são: XP Investimentos, BTG Pactual, Modalmais, Easynvest e Guide.

Logo, terão 46,1% de preferência no mercado, contra 40,8% dos bancos tradicionais, são eles: Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Santander, Bradesco e Caixa econômica.

É provável que as corretoras estarão à frente dos maiores bancos em custódia dos ativos de PF, a disputa está entre XP Investimentos e BTG Pactual, e essa mudança de estrutura é uma realidade bem próxima.

À primeira vista, o foco será nos negócios de alta renda, private banking e varejo tradicional, segundo Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e Capitais), o investidor pessoa física e também os grupos familiares totalizam cerca de R$ 3,4 Trilhões em suas aplicações financeiras.

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Cenário atual

Atualmente os dados são interessantes, de acordo com dados da AAWZ , empresa que presta consultorias e serviços tecnológicos para grandes escritórios de agentes autônomos do Brasil, a XP Investimentos, tem hoje cerca de R$ 500 bilhões em alta renda, private banking e varejo, isso representa 16,6% de participação neste mercado.

Logo, a XP se aproxima do Banco Itaú e Banco do Brasil, com ativos em torno de R$ 600 bilhões, fatias dos bancos 17,04% e 17,3% nas mesmas segmentações.

Previsões indicam as maiores plataformas de investimentos para o ano de 2022, são seis: XP Investimentos, BTG Pactual, Guide, Genial Investimentos, Modalmais e Easynvest, serão cerca de 46,1% no mercado, e 40,8% dos bancos tradicionais.

Em 2025 a participação das corretoras alcançará a fatia de 55,8% e os maiores bancos terão apenas 33,5%. Logo, se essas projeções se confirmarem, as distribuições ficarão mais parecidas com a de países desenvolvidos, com taxa de juros baixas e proporção dos investimentos maiores fora dos bancos, como acontece nos Estados Unidos.

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XP Investimentos VS BTG Pactual Digital

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Diante deste cenário e das projeções, duas corretoras devem “travar” uma disputa, afinal são elas que vêm construindo a maior rede de distribuição via autônomos e também gestão de patrimônio no momento.

Os destaques dessa disputa são por escritórios mais consolidados e equipes especializadas e bem preparadas, que tenham condições de trazer mais carteiras.

Logo, percebemos que a competição é das boas, exemplo disso, a ida da EQI Investimentos para a BTG. Por isso, o EQI era um dos maiores escritórios que tinha vínculos com à XP, e com R$ 9,5 bilhões. O banco BTG acertou no final de agosto com profissionais do private da XP Investimentos a criação de uma empresa de gestão de fortunas.

Dos 18 especialistas, um deles desistiu do negócio, depois de assinar o contrato preso a cédula de crédito bancários de R$ 7 bilhões. Logo, o caso foi parar na justiça, BTG queria impedir o profissional de atuar no mercado por 12 meses, mas o pedido foi negado.

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Enquanto isso, a XP fez acordo com um grupo de “ex-executivos do Credit Suisse”, para ser minoritária no  private banking deste mesmo grupo, com um belo desembolso de algo próximo a R$ 300 milhões.

A XP é a maior “distribuidora” de investimentos via agentes autônomos , por isso tem sido mais perseguida. Logo, o banco BTG teve liberdade para entrar na “batalha” quando a XP falhou o primeiro plano de ir à bolsa, no momento que Itaú comprou 49,9% do negócio a 5 anos atrás. Sendo o BTG o coordenador da “oferta pública”, foi concretizada no final de 2019 na Nasdaq.

No final de outubro, enquanto o BTG tinha apenas 781 profissionais externos vinculados, a XP possuiu cerca de 6,2 mil assessores. Enquanto as outras corretoras possuíam: Genial – 178, Guide – 252, Necton 67 (essa foi comprada pela BTG) e Safra – 65 (em ordem alfabética) são dados selecionados pela AAWZ na base da “Ancord”

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Medidas tomadas pelos bancos

Pelo visto muita coisa irá acontecer nessa disputa entre as corretoras, melhor para os investidores, que além de mais opções terão melhores serviços e profissionais disponíveis.

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Por outro lado, os grandes bancos, têm realizado movimentos para diminuir a perca de tantos recursos contínuos.

Banco Itaú que possui mais ofertas abertas de produtos, lança a plataforma que fortalece investimentos no banco e na corretora, também reforçou as estruturas de assessorias de investimentos nas agências.

Enquanto isso, o Bradesco tem a Ágora Investimentos, também ampliou a oferta de produtos de terceiros, já o banco Santander criou a PI Investimentos.

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